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Notícias
15
dez
2009
(QUEIMADAS)
Incêndios e queimadas caem 45% em todo o País
O Brasil deve fechar 2009 com uma redução próxima de 45% nos focos de queimada detectados pelo sistema de satélite do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Cptec/Inpe). Até este domingo, dia 12, o monitoramento registra 66.656 focos de incêndio em todo o País. No mesmo período de 2008, foram 123.695 queimadas.
O Pará lidera a lista dessa prática, que degrada o solo e coloca em risco áreas de preservação permanente. No Estado, os satélites localizaram 15.868 focos de queimadas, bem mais que o segundo colocado, o Maranhão, com 9.433. O Moto Grosso aparece em terceiro, com 8.192 focos, seguido da Bahia (5.305), Ceará (4.681) e Tocantins (4.012).
Apenas dois Estados apresentaram aumento no número de queimadas: Mato Grosso do Sul (16%), com 2.971 focos, e Sergipe (5%), com 200 queimadas. O aumento em Mato Grosso do Sul é atribuído à estiagem que atingiu o Estado no segundo trimestre. O fogo só diminuiu após a decretação de uma moratória.
O coordenador de monitoramento de queimadas do Inpe, Alberto Setzer, atribui a queda a três fatores principais: a chuva superior à média em todo o País ao longo do ano, a fiscalização e os preços dos produtos.
Ele informa que, com a queda no número de queimadas, houve redução também nos focos dentro das reservas permanentes, mas a preocupação permanece, porque, mesmo protegidas, essas áreas queimam em base praticamente anual. Neste fim de semana, 32 áreas de preservação permanentes foram atingidas por incêndios.
O Pará lidera a lista dessa prática, que degrada o solo e coloca em risco áreas de preservação permanente. No Estado, os satélites localizaram 15.868 focos de queimadas, bem mais que o segundo colocado, o Maranhão, com 9.433. O Moto Grosso aparece em terceiro, com 8.192 focos, seguido da Bahia (5.305), Ceará (4.681) e Tocantins (4.012).
Apenas dois Estados apresentaram aumento no número de queimadas: Mato Grosso do Sul (16%), com 2.971 focos, e Sergipe (5%), com 200 queimadas. O aumento em Mato Grosso do Sul é atribuído à estiagem que atingiu o Estado no segundo trimestre. O fogo só diminuiu após a decretação de uma moratória.
O coordenador de monitoramento de queimadas do Inpe, Alberto Setzer, atribui a queda a três fatores principais: a chuva superior à média em todo o País ao longo do ano, a fiscalização e os preços dos produtos.
Ele informa que, com a queda no número de queimadas, houve redução também nos focos dentro das reservas permanentes, mas a preocupação permanece, porque, mesmo protegidas, essas áreas queimam em base praticamente anual. Neste fim de semana, 32 áreas de preservação permanentes foram atingidas por incêndios.
Fonte: Sociedade Sustentável
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