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Notícias
11
dez
2009
(MEIO AMBIENTE)
Operação do Ibama desmonta 49 fornos de carvão ilegal em Goiás
O ministro Carlos Minc participou da Operação Assentamentos Sustentáveis do Cerrado II, realizada na Fazenda Cachoeira do Veríssimo, em Goiandira (GO), com o objetivo de combater o desmatamento ilegal nos projetos de assentamento do Incra para reforma agrária em Goiás.
Na primeira etapa da operação foram destruídos 26 fornos de carvão ilegal em funcionamento, todos lotados com madeiras nobres como angico e aroeira. Outros 23 fornos inativos foram identificados e destruídos, e os policiais encontraram ainda 200 metros de carvão e 20 metros cúbicos de madeira que seriam usados para alimentar os fornos.
O carvoeiro responsável recebeu uma multa de R$ 66 mil e foi detido e encaminhado à delegacia. Participaram da operação 10 agentes ambientais federais, 16 policiais militares ambientais e 4 técnicos do Incra, além do diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Luciano Menezes Evaristo.
Esta foi a quinta ação realizada no Cerrado neste ano com a intenção de coibir a prática do desmatamento no bioma. O ministro Minc explica que a iniciativa é importante e que, às vésperas de sua ida a Copenhague, representa o empenho do MMA e do Ibama para impedir a destruição do bioma - que já teve 48% de sua cobertura vegetal original destruída.
"Na Amazônia nós já mostramos nossa ação, e agora vamos intensificar a fiscalização e o monitoramento do Cerrado, que também está incluído na meta brasileira e cuja proposta de redução de desmatamento foi estipulada em 40%", disse Minc. Ele acrescentou que um dos próximos objetivos é a criação do Fundo Cerrado, que deve ser elaborado a partir de março de 2010.
De acordo com Luciano Evaristo, a devastação foi detectada na região por meio da intensificação das ações de monitoramento, controle e fiscalização ambiental, em cumprimento às metas estabelecidas no PPCerrado. Ele afirma que em 2010 haverá muitas ações de combate ao desmatamento do bioma dentro e fora dos assentamentos, para coibir o carvão ilegal.
Toda a madeira e o carvão apreendidos serão doados ao Incra para beneficiar as famílias assentadas e utilizados para o piqueteamento de seus lotes e cercamento das áreas de proteção permanente (APP) e reserva legal.
Na primeira etapa da operação foram destruídos 26 fornos de carvão ilegal em funcionamento, todos lotados com madeiras nobres como angico e aroeira. Outros 23 fornos inativos foram identificados e destruídos, e os policiais encontraram ainda 200 metros de carvão e 20 metros cúbicos de madeira que seriam usados para alimentar os fornos.
O carvoeiro responsável recebeu uma multa de R$ 66 mil e foi detido e encaminhado à delegacia. Participaram da operação 10 agentes ambientais federais, 16 policiais militares ambientais e 4 técnicos do Incra, além do diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Luciano Menezes Evaristo.
Esta foi a quinta ação realizada no Cerrado neste ano com a intenção de coibir a prática do desmatamento no bioma. O ministro Minc explica que a iniciativa é importante e que, às vésperas de sua ida a Copenhague, representa o empenho do MMA e do Ibama para impedir a destruição do bioma - que já teve 48% de sua cobertura vegetal original destruída.
"Na Amazônia nós já mostramos nossa ação, e agora vamos intensificar a fiscalização e o monitoramento do Cerrado, que também está incluído na meta brasileira e cuja proposta de redução de desmatamento foi estipulada em 40%", disse Minc. Ele acrescentou que um dos próximos objetivos é a criação do Fundo Cerrado, que deve ser elaborado a partir de março de 2010.
De acordo com Luciano Evaristo, a devastação foi detectada na região por meio da intensificação das ações de monitoramento, controle e fiscalização ambiental, em cumprimento às metas estabelecidas no PPCerrado. Ele afirma que em 2010 haverá muitas ações de combate ao desmatamento do bioma dentro e fora dos assentamentos, para coibir o carvão ilegal.
Toda a madeira e o carvão apreendidos serão doados ao Incra para beneficiar as famílias assentadas e utilizados para o piqueteamento de seus lotes e cercamento das áreas de proteção permanente (APP) e reserva legal.
Fonte: MMA
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