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Notícias
06
dez
2009
(MANEJO)
Mais de 90% das madeireiras usam matéria prima de manejo
O manejo florestal é uma cultura implantada há pouco tempo em Mato Grosso e as indústrias madeireiras aderiram ao processo na década de 90, quando ambientalistas e o setor de base florestal começaram a apontar a necessidade de ampliar a preservação e a sustentabilidade. Agora, os sindicatos e entidades ligadas ao setor produtivo querem mostrar que a forma de explorar a floresta mudou e hoje o foco é mantê-la em pé, só abatendo árvores próprias para serem industrializadas e transformadas em madeira, compensados, móveis e outros produtos.
A adesão ao manejo em Sinop é satisfatório, de acordo com o presidente do Sindusmad (Sindicato das Indústrias Madeireiras), José Eduardo Pinto. “Hoje, mais de 90% da madeira produzida no Estado é oriunda de manejo florestal mesmo porque o manejo é permitido ser feito em área de reserva florestal. Só se desmatam 20% e, nos outros 80%, é feito manejo. Além disto, existe muitos madeireiros que não desmatam nada”, apontou, referindo-se a outras atividades (agricultura e pecuária).
"A extração de madeira sempre foi taxada com a maior vilã da floresta e está sendo, aos poucos, dismistificada. Por meio do plano de manejo, podemos dizer que o madeireiro é o guardião da floresta amazônica. O principal benefício desse sistema é o seqüestro do gás carbônico já que a mata estabilizada sem ser explorada não agrega beneficio para a natureza. Quando se extrai as árvores maduras, é aberto espaço para as novas nascerem, florescerem, produzirem frutos e fazer a fotossíntese. É neste momento que a floresta captura da atmosfera o carbono, poluição jogada pelas indústria e pelos grande centros urbanos", acrescenta o presidente.
Ele acrescentou que, das 230 indústrias associadas ao Sindusmad, 90% produzem madeira que vêm de manejo, pois ainda tem 10% das empresas que usam madeira de desmates. Ontem à noite, em Sinop, conforme Só Notícias já informou, o Sindusmad, Cipem e Famad lançaram um documentário onde mostram a nova realidade na atividade madeireira com objetivo de mudar a imagem que o madeireiro é destruidor das florestas.
A adesão ao manejo em Sinop é satisfatório, de acordo com o presidente do Sindusmad (Sindicato das Indústrias Madeireiras), José Eduardo Pinto. “Hoje, mais de 90% da madeira produzida no Estado é oriunda de manejo florestal mesmo porque o manejo é permitido ser feito em área de reserva florestal. Só se desmatam 20% e, nos outros 80%, é feito manejo. Além disto, existe muitos madeireiros que não desmatam nada”, apontou, referindo-se a outras atividades (agricultura e pecuária).
"A extração de madeira sempre foi taxada com a maior vilã da floresta e está sendo, aos poucos, dismistificada. Por meio do plano de manejo, podemos dizer que o madeireiro é o guardião da floresta amazônica. O principal benefício desse sistema é o seqüestro do gás carbônico já que a mata estabilizada sem ser explorada não agrega beneficio para a natureza. Quando se extrai as árvores maduras, é aberto espaço para as novas nascerem, florescerem, produzirem frutos e fazer a fotossíntese. É neste momento que a floresta captura da atmosfera o carbono, poluição jogada pelas indústria e pelos grande centros urbanos", acrescenta o presidente.
Ele acrescentou que, das 230 indústrias associadas ao Sindusmad, 90% produzem madeira que vêm de manejo, pois ainda tem 10% das empresas que usam madeira de desmates. Ontem à noite, em Sinop, conforme Só Notícias já informou, o Sindusmad, Cipem e Famad lançaram um documentário onde mostram a nova realidade na atividade madeireira com objetivo de mudar a imagem que o madeireiro é destruidor das florestas.
Fonte: Só Notícias
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