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Notícias
03
dez
2009
(MADEIRA E PRODUTOS)
Madeireiros de MT lançam documentário e priorizam a floresta em pé
O documentário mostrando como as indústrias madeireiras de Mato Grosso fazem a extração de árvores para ser transformada em madeira, compensado e demais produtos foi apresentado ontem à noite, em Sinop, e mostra que, com o manejo florestal, os madeireiros fazem a retirada seletiva de árvores - próprias para abate, dentro dos padrões para terem maior aproveitamento. E fica claro que a maioria dos madeireiros trabalha com o objetivo de manter a floresta em pé - título do DVD, produzido pela Sindusmad (Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte do Mato Grosso) Cipem e Famad. É apresentado o planejamento, controle e o ordenamento do uso dos recursos florestais, de modo a obter o máximo de benefícios econômicos e sociais, respeitando os mecanismos de auto-sustentação do ecossistema, através manejo florestal que é praticado no Norte do Estado. Um dos objetivos principais é mostrar que o madeireiro não é o vilão da floresta, mas que depende dela, em pé.
Em Mato Grosso a área de preservação ambiental por manejo chega a 2 milhões de hectares, equivalente ao estado de Sergipe. O engenheiro florestal Guilherme Rodrigues Costa, explica, no documentário, a diferença e a importância do manejo. “Devido a falta de informação, o manejo é muito comparado ao desmatamento que são coisas completamente diferentes. Hoje, em uma propriedade localizada na região amazônica, por lei pode se desmatar 20%, ou seja, onde pode ser usado o corte raso, que seria retirar toda a vegetação existente,para plantar soja, milho e criação de gado. Nos outros 80% denominado de reserva legal, não é desmatada e é justamente nessa área que é feito o manejo florestal”, explica. O planejamento deve ser rigoroso e, para retirar as árvores, é necessária licença da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, emitida após uma análise da propriedade, identificação feita com base nas fotos de satélite e uma visita no local. É realizado um inventário de todas as árvores que são identificadas com 4 placas de cores diferentes, verde: pode ser abatida, azul: remanescente, vermelha: posta sementes e a amarela: protegida por lei.
Só podem ser cortadas árvores que não correm o perigo de extinção, que estejam fora do leito do rio e o caule deve ter mais de 50 centímetros de diâmetro e ainda é necessário que as mesmas tenham idade e quantidade adequada. Seria retirado de 3 a 10 árvores em uma área equivalente a um campo de futebol. E só serão colhidas mais árvores deste local após 25 anos, quando terão idade apropriada, garantindo a sustentabilidade e a produção de madeiras por longos anos.
Em Mato Grosso, serrarias foram obrigadas a seguir regras como da rastreabilidade. Que determina a identificação ainda na floresta e cada tronco colhido, que recebe um número de série que o acompanha até o consumidor final. O reaproveitamento de resíduos também faz parte dessa conscientização. Transformando resto de madeiras e pó de serra fonte de energia para abastecer fornos, caldeiras e geradores de energia elétrica. As sobras também viram móveis que são vendidos até no exterior. Em Sinop, um dos maiores parques madeireiros de Mato Grosso, praticamente todas as indústrias aderiram a prática manejo florestal nos 80% da reserva legal.
Sérgio da Rosa, que trabalha há anos na atividade de manejo florestal, explica que esta medida está “preservando e garantido o futuro. A floresta manejada traz mais benefício ao meio ambiente que a floresta virgem, pois com o corte, abre espaço para que novas árvores nasçam”.
O presidente do Sindusmad, José Eduardo Pinto, afirmou que “a madeira oriunda do Estado, é a que tem origem florestal legal e sustentável. Com este documentário,pretendemos mudar a visão que as pessoas tinham há alguns anos atrás sobre o setor madeireiro", declarou.
Para Jaldes Langer, vice-presidente da Cipem (Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira), “a partir do momento que o setor se organiza e profissionaliza, ganha o contribuinte, ganha todo o Estado com parte social e ambiental. O Cipem entende que a boa prática de manejo florestal é a melhor opção para a região amazônica”, afirmou
Milhares de cópias do documentário, que tem a narração da jornalista Ana Paula Padrão, serão encaminhadas para ONGs, governos (federal, estadual, municipal) entidades, lideranças políticas e empresariais, bem como em escolas e faculdades. O projeto inclui um site sobre o documentário, imagens de wallpaper, jogo lúdico (que serão entregues nas escolas para educação ambiental) e informações sobre a prática foram financiados pelo Fundo de Apoio á Madeira (Famad).
Em Mato Grosso a área de preservação ambiental por manejo chega a 2 milhões de hectares, equivalente ao estado de Sergipe. O engenheiro florestal Guilherme Rodrigues Costa, explica, no documentário, a diferença e a importância do manejo. “Devido a falta de informação, o manejo é muito comparado ao desmatamento que são coisas completamente diferentes. Hoje, em uma propriedade localizada na região amazônica, por lei pode se desmatar 20%, ou seja, onde pode ser usado o corte raso, que seria retirar toda a vegetação existente,para plantar soja, milho e criação de gado. Nos outros 80% denominado de reserva legal, não é desmatada e é justamente nessa área que é feito o manejo florestal”, explica. O planejamento deve ser rigoroso e, para retirar as árvores, é necessária licença da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, emitida após uma análise da propriedade, identificação feita com base nas fotos de satélite e uma visita no local. É realizado um inventário de todas as árvores que são identificadas com 4 placas de cores diferentes, verde: pode ser abatida, azul: remanescente, vermelha: posta sementes e a amarela: protegida por lei.
Só podem ser cortadas árvores que não correm o perigo de extinção, que estejam fora do leito do rio e o caule deve ter mais de 50 centímetros de diâmetro e ainda é necessário que as mesmas tenham idade e quantidade adequada. Seria retirado de 3 a 10 árvores em uma área equivalente a um campo de futebol. E só serão colhidas mais árvores deste local após 25 anos, quando terão idade apropriada, garantindo a sustentabilidade e a produção de madeiras por longos anos.
Em Mato Grosso, serrarias foram obrigadas a seguir regras como da rastreabilidade. Que determina a identificação ainda na floresta e cada tronco colhido, que recebe um número de série que o acompanha até o consumidor final. O reaproveitamento de resíduos também faz parte dessa conscientização. Transformando resto de madeiras e pó de serra fonte de energia para abastecer fornos, caldeiras e geradores de energia elétrica. As sobras também viram móveis que são vendidos até no exterior. Em Sinop, um dos maiores parques madeireiros de Mato Grosso, praticamente todas as indústrias aderiram a prática manejo florestal nos 80% da reserva legal.
Sérgio da Rosa, que trabalha há anos na atividade de manejo florestal, explica que esta medida está “preservando e garantido o futuro. A floresta manejada traz mais benefício ao meio ambiente que a floresta virgem, pois com o corte, abre espaço para que novas árvores nasçam”.
O presidente do Sindusmad, José Eduardo Pinto, afirmou que “a madeira oriunda do Estado, é a que tem origem florestal legal e sustentável. Com este documentário,pretendemos mudar a visão que as pessoas tinham há alguns anos atrás sobre o setor madeireiro", declarou.
Para Jaldes Langer, vice-presidente da Cipem (Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira), “a partir do momento que o setor se organiza e profissionaliza, ganha o contribuinte, ganha todo o Estado com parte social e ambiental. O Cipem entende que a boa prática de manejo florestal é a melhor opção para a região amazônica”, afirmou
Milhares de cópias do documentário, que tem a narração da jornalista Ana Paula Padrão, serão encaminhadas para ONGs, governos (federal, estadual, municipal) entidades, lideranças políticas e empresariais, bem como em escolas e faculdades. O projeto inclui um site sobre o documentário, imagens de wallpaper, jogo lúdico (que serão entregues nas escolas para educação ambiental) e informações sobre a prática foram financiados pelo Fundo de Apoio á Madeira (Famad).
Fonte: Só Notícias
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