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Notícias
02
dez
2009
(MÓVEIS)
Pau-de-balsa plantado em MT é usado para confecção de móveis no Paraná
O Estado de Mato Grosso possui três mil hectares plantados da madeira brasileira Ochroma pyramidalis, Bombacaceae, conhecida popularmente como pau-de-balsa. Leve como isopor, a madeira terá o seu primeiro corte no ano de 2012, medindo 20 metros de altura por 35 centímetros de diâmetro. O pesquisador da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Décio Teruo Miyajima, fala que uma indústria do Estado do Paraná está beneficiando as madeiras para confecção de compensados e lâminas para produção de móveis.
O pau-de-balsa surge como mais uma alternativa para substituir as madeiras importadas caxeta e kiri, que são utilizadas pelas indústrias moveleiras. A madeira também serve para isolação acústica, artesanato, construção de jangadas, balsas, aeromodelismo, colete salva vidas, fabricação de papel e outros. A madeira é bem aceita no Equador, Colômbia, Costa Rica, Venezuela e outros.
Desde 2005, o trabalho de pesquisa da Empaer está identificando variedades adaptáveis no Estado e selecionando as mais produtivas. Os municípios de Confresa, Terra Nova do Norte e Guarita possuem uma área plantada de 250 hectares da madeira. Para facilitar o plantio, o pesquisador da Empaer informa que está repassando a tecnologia necessária para os produtores por meio das diretrizes técnicas.
Segundo Décio, no segundo ano de cultivo, o produtor poderá retirar a semente da planta que está sendo comercializada atualmente por R$ 2 mil o quilo. Para explicar melhor, um hectare de pau de balsa produz 300 metros cúbicos de madeira, comercializando o metro a R$ 400,00, no sexto ano, o produtor terá um rendimento de aproximadamente R$ 120 mil. A planta produz também a pluma, que acompanha o preço do mercado internacional de algodão, podendo ser usada para confeccionar chapéu, travesseiros, cordas e outros.
Florada
No município de Colniza (1.065 km a Noroeste de Cuiabá) os produtores tiveram problemas com a florada do pau-de-balsa que causou a morte de abelhas. Os pesquisadores da Empaer e Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) estão recomendando uma ação no período de julho a agosto, quando ocorre a floração do pau-de-balsa a utilizar ração na proporção de até 200 gramas por colméia. “Estamos pesquisando a morte após a ingestão do néctar e indicamos uma medida profilática, que vai evitar a mortandade de abelhas”, esclarece Décio.
O pau-de-balsa surge como mais uma alternativa para substituir as madeiras importadas caxeta e kiri, que são utilizadas pelas indústrias moveleiras. A madeira também serve para isolação acústica, artesanato, construção de jangadas, balsas, aeromodelismo, colete salva vidas, fabricação de papel e outros. A madeira é bem aceita no Equador, Colômbia, Costa Rica, Venezuela e outros.
Desde 2005, o trabalho de pesquisa da Empaer está identificando variedades adaptáveis no Estado e selecionando as mais produtivas. Os municípios de Confresa, Terra Nova do Norte e Guarita possuem uma área plantada de 250 hectares da madeira. Para facilitar o plantio, o pesquisador da Empaer informa que está repassando a tecnologia necessária para os produtores por meio das diretrizes técnicas.
Segundo Décio, no segundo ano de cultivo, o produtor poderá retirar a semente da planta que está sendo comercializada atualmente por R$ 2 mil o quilo. Para explicar melhor, um hectare de pau de balsa produz 300 metros cúbicos de madeira, comercializando o metro a R$ 400,00, no sexto ano, o produtor terá um rendimento de aproximadamente R$ 120 mil. A planta produz também a pluma, que acompanha o preço do mercado internacional de algodão, podendo ser usada para confeccionar chapéu, travesseiros, cordas e outros.
Florada
No município de Colniza (1.065 km a Noroeste de Cuiabá) os produtores tiveram problemas com a florada do pau-de-balsa que causou a morte de abelhas. Os pesquisadores da Empaer e Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) estão recomendando uma ação no período de julho a agosto, quando ocorre a floração do pau-de-balsa a utilizar ração na proporção de até 200 gramas por colméia. “Estamos pesquisando a morte após a ingestão do néctar e indicamos uma medida profilática, que vai evitar a mortandade de abelhas”, esclarece Décio.
Fonte: Portal Madeira Total
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