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Notícias
02
dez
2009
(COMÉRCIO EXTERIOR)
Exportações de móveis podem crescer com drawback
A indústria brasileira de móveis possui um grande potencial de crescimento no comércio internacional, com o aumento das exportações através de produtos de maior valor agregado. No ano passado o volume totalizou US$ 980 milhões em exportações, e neste ano a variação cambial em dólar está se mostrado um entrave. Contudo este fator pode ser um aliado para alguns segmentos moveleiros que atuam com visão de médio prazo.
O drawback é uma alternativa muito viável que permite comprar a matéria prima a custo competitivo, beneficiar e agregar valor, e posteriormente exportar este mesmo produto. A variação cambial a menor na venda fica compensada pela importação da matéria prima também a custo menor.
Este modelo se enquadra especialmente na indústria de móveis maciços ou com maior valor de preço final. E o benefício está na importação de madeiras duras e lâminas, especialmente dos Estados Unidos.
Do volume total de 7,2 milhões de m3 de chapas e madeiras consumidos no último ano pela indústria de móveis do Brasil , a madeira maciça participou com 2,3 milhões de m3, e 1,8 milhão de m3 de pinus. Deste total, apenas 1% em maciça e 2,9 de pinus consumidos provém de importação.Torna-se, portanto, um mercado de bom potencial de crescimento.
Entre as qualidades mais destacadas da matéria-prima norte-americana, está a origem que ela tem nas florestas sustentáveis dos Estados Unidos. A sustentabilidade da madeira dura americana tem surtido bom efeito no Brasil, além da disponibilidade permanente dos estoques, o que pode garantir um fornecimento regular durante o ano todo.
As limitações no seu uso estão relacionadas ao fato que o brasileiro não conhece a madeira, e por isso não a valoriza. Nogueira, carvalho, cerejeira, freixo, Para orientar seu uso e auxiliar na área técnica existe uma entidade chamada AHEC ( Conselho Estadunidense de Exportação de Madeiras Duras) que trabalha na divulgação das madeiras em diversas frentes e no mundo inteiro.
O AHEC reúne a maior parte dos produtores de madeiras duras americana, sendo um dos grandes organismos do setor de base florestal mundial que incentiva o uso da madeira na indústria do móvel. Ambientalmente corretas, as madeiras americanas têm um argumento legítimo para incrementar o crescimento das exportações Além da aparência extremamente uniforme, podem ser facilmente reconhecidas porque são em número pequeno comercialmente. No caso de aplicações no Brasil se adaptam perfeitamente , não competem com as espécies tropicais amazônicas , possuem um forte apelo de sustentabilidade e podem contribuir para agregar valor ao produto final.
Maiores informações sobre suas características e usos estão no site www.ahec-mexico.org ou pelo e-mail ahec@porthuseventos.com.br
O drawback é uma alternativa muito viável que permite comprar a matéria prima a custo competitivo, beneficiar e agregar valor, e posteriormente exportar este mesmo produto. A variação cambial a menor na venda fica compensada pela importação da matéria prima também a custo menor.
Este modelo se enquadra especialmente na indústria de móveis maciços ou com maior valor de preço final. E o benefício está na importação de madeiras duras e lâminas, especialmente dos Estados Unidos.
Do volume total de 7,2 milhões de m3 de chapas e madeiras consumidos no último ano pela indústria de móveis do Brasil , a madeira maciça participou com 2,3 milhões de m3, e 1,8 milhão de m3 de pinus. Deste total, apenas 1% em maciça e 2,9 de pinus consumidos provém de importação.Torna-se, portanto, um mercado de bom potencial de crescimento.
Entre as qualidades mais destacadas da matéria-prima norte-americana, está a origem que ela tem nas florestas sustentáveis dos Estados Unidos. A sustentabilidade da madeira dura americana tem surtido bom efeito no Brasil, além da disponibilidade permanente dos estoques, o que pode garantir um fornecimento regular durante o ano todo.
As limitações no seu uso estão relacionadas ao fato que o brasileiro não conhece a madeira, e por isso não a valoriza. Nogueira, carvalho, cerejeira, freixo, Para orientar seu uso e auxiliar na área técnica existe uma entidade chamada AHEC ( Conselho Estadunidense de Exportação de Madeiras Duras) que trabalha na divulgação das madeiras em diversas frentes e no mundo inteiro.
O AHEC reúne a maior parte dos produtores de madeiras duras americana, sendo um dos grandes organismos do setor de base florestal mundial que incentiva o uso da madeira na indústria do móvel. Ambientalmente corretas, as madeiras americanas têm um argumento legítimo para incrementar o crescimento das exportações Além da aparência extremamente uniforme, podem ser facilmente reconhecidas porque são em número pequeno comercialmente. No caso de aplicações no Brasil se adaptam perfeitamente , não competem com as espécies tropicais amazônicas , possuem um forte apelo de sustentabilidade e podem contribuir para agregar valor ao produto final.
Maiores informações sobre suas características e usos estão no site www.ahec-mexico.org ou pelo e-mail ahec@porthuseventos.com.br
Fonte: Porthus Eventos
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