Voltar
Notícias
30
nov
2009
(SETOR FLORESTAL)
Floresta perderá 1,6 mi de km² se clima mundial aumentar em 1ºC, diz estudo
Caso a elevação da temperatura média do planeta seja de 1ºC, em relação aos níveis de pré-industriais, a floresta amazônica pode entrar em colapso, perdendo cerca de 1,6 milhão de km² de sua cobertura. É o que constata do estudo Pontos de Colapso no Sistema Climático Terrestre e suas conseqüências para o Setor de Seguros (Tipping Points in the Earth's Climate System and Consequences for the Insurance Sector, em inglês), divulgado nesta semana.
Segundo ele, no cenário de 3 e 4°C a devastação seria de 3,9 milhões a 4,3 milhões de km² de floresta. Nesse cenário, o valor econômico do carbono seria entre US$7,8 bilhões e US$ 9,4 bilhões.
Encomendado pela Allianz SE, em parceria com o World Wildlife Found (WWF) e o Tyndall Centre, o documento analisou diferentes situações de aumento de temperatura para chegar à conclusão de que "regiões e ecossistemas mais diversos do planeta correm riscos de atingir um ponto de colapso que desencadeia consequências ambientais, sociais e econômicas devastadoras".
"São muitos os impactos das mudanças climáticas se formos além desse patamar. Atingir o ponto de colapso significa perdas inestimáveis e definitivas", explica Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil.
"Esse relatório nos alerta, mais uma vez, para a necessidade de assinarmos um acordo global de clima justo, eficiente e ambicioso em Copenhague em dezembro deste ano", aponta.
Outro impacto no Brasil previsto pelo relatório é o aumento da frequência de secas drásticas na região amazônica. A última ocorreu em 2005. Trabalhos recentes sugerem que secas similares àquela de 2005 serão mais comuns, passando de uma a cada 20 anos para uma a cada 2 anos ou menos, entre 2025 e 2050, caso se chegue à estabilização em 450 a 550 ppmv (partes por milhão em volume) de CO2.
Além da floresta
De acordo com o estudo, o possível colapso do sistema climático na Amazônia pode gerar impactos econômicos em outras regiões do país. "O possível colapso do sistema climático na Amazônia pode gerar impactos econômicos no Centro e Sul do Brasil, em estados como Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul", afirma o documento.
Segundo ele, no cenário de 3 e 4°C a devastação seria de 3,9 milhões a 4,3 milhões de km² de floresta. Nesse cenário, o valor econômico do carbono seria entre US$7,8 bilhões e US$ 9,4 bilhões.
Encomendado pela Allianz SE, em parceria com o World Wildlife Found (WWF) e o Tyndall Centre, o documento analisou diferentes situações de aumento de temperatura para chegar à conclusão de que "regiões e ecossistemas mais diversos do planeta correm riscos de atingir um ponto de colapso que desencadeia consequências ambientais, sociais e econômicas devastadoras".
"São muitos os impactos das mudanças climáticas se formos além desse patamar. Atingir o ponto de colapso significa perdas inestimáveis e definitivas", explica Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil.
"Esse relatório nos alerta, mais uma vez, para a necessidade de assinarmos um acordo global de clima justo, eficiente e ambicioso em Copenhague em dezembro deste ano", aponta.
Outro impacto no Brasil previsto pelo relatório é o aumento da frequência de secas drásticas na região amazônica. A última ocorreu em 2005. Trabalhos recentes sugerem que secas similares àquela de 2005 serão mais comuns, passando de uma a cada 20 anos para uma a cada 2 anos ou menos, entre 2025 e 2050, caso se chegue à estabilização em 450 a 550 ppmv (partes por milhão em volume) de CO2.
Além da floresta
De acordo com o estudo, o possível colapso do sistema climático na Amazônia pode gerar impactos econômicos em outras regiões do país. "O possível colapso do sistema climático na Amazônia pode gerar impactos econômicos no Centro e Sul do Brasil, em estados como Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul", afirma o documento.
Fonte: Amazonia.org
Notícias em destaque
Safra de pinhão deve ser 30 por cento menor em 2026
Santa Catarina terá queda na produção, mas preço ao produtor deve subir
Segundo o divulgado pela Empresa de...
(GERAL)
Concurso de árvores gigantes vai escolher maior angico do Rio Grande do Sul
Espécie pode atingir até 30 metros de altura
O 18º Fórum Florestal, realizado durante a Expodireto, em...
(EVENTOS)
UFSM desenvolve metodologias para gestão de florestas plantadas
A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) firmou um acordo de cooperação com a Associação Gaúcha de...
(GERAL)
Desempenho contra incêndios e a crescente importância da madeira engenheirada na infraestrutura comercial
e embarque representam um subconjunto único da infraestrutura comercial: espaços de transição fechados, expostos a um...
(MADEIRA E PRODUTOS)
O que explica a queda no mercado florestal
O setor florestal brasileiro mantém trajetória de crescimento em área cultivada, ao mesmo tempo em que enfrenta ajustes no...
(MERCADO)
Erva-mate vai além da cuia e passa fronteiras
Empresa gaúcha idealizou refrigerante usando a mesma planta do chimarrão e tem despertado interesse até mesmo em...
(AGRO)













