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Notícias
25
nov
2009
(SETOR FLORESTAL)
Energia que vem do eucalipto
O Brasil possui um potencial de 3 mil MW em resíduos de biomassa de eucalipto espalhados por 5 milhões de hectares de reflorestamento pertencentes a empresas de papel e celulose. São galhos, cascas e folhas que, segundo estimativa da finlandesa Pöyry, não são adequados para industrialização. O cálculo de capacidade já exclui os resíduos utilizados como nutrientes de solo.
Outra possibilidade de aproveitamento desse material, a depender inclusive de estudos logísticos mais elaborados é o “empacotamento” sob a forma de paletts e briquetes, visando exportação. “Empresas européias vão demandar maior quantidade de biomassa até 2020, induzidas pela diretiva de energias renováveis”, explica Lúcia Coraça, responsável no Brasil pela área de energia da Pöyry.
A maior parte dos resíduos florestais está distribuída pelos principais centros de carga de energia elétrica do país como São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia e Mato Grosso do Sul. “E há grandes unidades industriais com instalação prevista para Tocantins, Maranhão e Piauí”, acrescenta Manoel Rodrigues Neves, responsável na Pöyry por estudos de mercado.
A unidade da Fibria localizada em Três Lagoas (MS) é uma das plantas do setor já preparadas desde a concepção de projeto para a utilização de resíduos florestais na produção de energia. O setor de papel e celulose ainda não participa de leilões oficiais porque boa parte da energia é destinada ao consumo próprio ou é absorvida por outras plantas integradas aos complexos e dedicadas em geral a produção de soda-cloro.
Outra possibilidade de aproveitamento desse material, a depender inclusive de estudos logísticos mais elaborados é o “empacotamento” sob a forma de paletts e briquetes, visando exportação. “Empresas européias vão demandar maior quantidade de biomassa até 2020, induzidas pela diretiva de energias renováveis”, explica Lúcia Coraça, responsável no Brasil pela área de energia da Pöyry.
A maior parte dos resíduos florestais está distribuída pelos principais centros de carga de energia elétrica do país como São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia e Mato Grosso do Sul. “E há grandes unidades industriais com instalação prevista para Tocantins, Maranhão e Piauí”, acrescenta Manoel Rodrigues Neves, responsável na Pöyry por estudos de mercado.
A unidade da Fibria localizada em Três Lagoas (MS) é uma das plantas do setor já preparadas desde a concepção de projeto para a utilização de resíduos florestais na produção de energia. O setor de papel e celulose ainda não participa de leilões oficiais porque boa parte da energia é destinada ao consumo próprio ou é absorvida por outras plantas integradas aos complexos e dedicadas em geral a produção de soda-cloro.
Fonte: Portal Energia Hoje
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