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Notícias
23
nov
2009
(MÓVEIS)
Construção do pólo moveleiro já dura 2 anos
Apesar da demora, o pólo moveleiro de Cruzeiro do Sul é a principal aposta dos profissionais do setor, para aumentar a produção e melhorar a qualidade dos móveis.
O pólo moveleiro está sendo construído em uma área de 20 hectares. A via de acesso já foi asfaltada e o prédio onde vai funcionar a parte administrativa já está pronto. Alguns equipamentos como estufas para a secagem da madeira já estão no local, mas a espera promete ser bem mais longa. A construção dos galpões que vão abrigar os empreendimentos do ramo de móveis ainda nem começou.
O secretário de desenvolvimento ciência e tecnologia do Acre, César Dotto, comenta que em Rio Branco os próprios moveleiros construíram os galpões. Mas em Cruzeiro do Sul, o governo está dando suporte aos proprietários de marcenarias. De acordo com ele, já existem recursos disponíveis para a construção de 14 galpões e o estado está tentando intermediar um financiamento para contemplar outros empreendedores do setor, cadastrado na Associação dos Moveleiros depois da idealização do projeto.
Francisco dos Santos Silva usa uma pequena casa de madeira para fabricar móveis junto com outras pessoas da família e pelo menos dois funcionários. O empreendimento fica no Bairro do Telégrafo, no meio de uma descida, são grandes as dificuldades para o desembarque de madeira. O local impróprio impede também o crescimento do negócio. A família aguarda com ansiedade a conclusão do pólo, que vai dar mais conforto para quem trabalha, aumento da produção e mais qualidade do serviço.
O presidente da Associação dos Moveleiros de Cruzeiro do Sul, João Evangelista, está otimista com a construção do pólo. Segundo ele, no final de 2010 algumas empresas já devem estarem instaladas no local, mas ressalta que em um prazo estimado em dois meses, algumas atividades já estarão sendo realizadas no pólo. “Já estão sendo montadas as estufas, tem um caminhão de apoio que está guardado no Deracre, temos cabine de pintura e de afiação, enfim, uma estrutura muito boa pra que a gente tenha condições de trabalhar coletivamente”, diz o representante dos moveleiros.
O pólo moveleiro está sendo construído em uma área de 20 hectares. A via de acesso já foi asfaltada e o prédio onde vai funcionar a parte administrativa já está pronto. Alguns equipamentos como estufas para a secagem da madeira já estão no local, mas a espera promete ser bem mais longa. A construção dos galpões que vão abrigar os empreendimentos do ramo de móveis ainda nem começou.
O secretário de desenvolvimento ciência e tecnologia do Acre, César Dotto, comenta que em Rio Branco os próprios moveleiros construíram os galpões. Mas em Cruzeiro do Sul, o governo está dando suporte aos proprietários de marcenarias. De acordo com ele, já existem recursos disponíveis para a construção de 14 galpões e o estado está tentando intermediar um financiamento para contemplar outros empreendedores do setor, cadastrado na Associação dos Moveleiros depois da idealização do projeto.
Francisco dos Santos Silva usa uma pequena casa de madeira para fabricar móveis junto com outras pessoas da família e pelo menos dois funcionários. O empreendimento fica no Bairro do Telégrafo, no meio de uma descida, são grandes as dificuldades para o desembarque de madeira. O local impróprio impede também o crescimento do negócio. A família aguarda com ansiedade a conclusão do pólo, que vai dar mais conforto para quem trabalha, aumento da produção e mais qualidade do serviço.
O presidente da Associação dos Moveleiros de Cruzeiro do Sul, João Evangelista, está otimista com a construção do pólo. Segundo ele, no final de 2010 algumas empresas já devem estarem instaladas no local, mas ressalta que em um prazo estimado em dois meses, algumas atividades já estarão sendo realizadas no pólo. “Já estão sendo montadas as estufas, tem um caminhão de apoio que está guardado no Deracre, temos cabine de pintura e de afiação, enfim, uma estrutura muito boa pra que a gente tenha condições de trabalhar coletivamente”, diz o representante dos moveleiros.
Fonte: Tribuna do Juruá
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