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Notícias
20
nov
2009
(IBAMA)
Operação do Ibama vai resgatar caminhões presos pelos índios tembés em Paragominas, no Pará
Uma força-tarefa de fiscais da Superintendência do Ibama no Pará seguiu nesta quarta-feira (18/11) para a área de conflito entre índios da etnia tembé e madeireiros na Terra Indígena Alto Rio Guamá, a 40 km de Paragominas, no nordeste do estado. Há informações que os tembés mantêm no interior da reserva um comboio de caminhões flagrados retirando madeira ilegalmente da floresta, além de tratores e motosserras.
“Pretendemos apreender todo o material usado no desmatamento. Os veículos e a madeira ilegal serão levados para Belém”, disse o coordenador da operação, Alex Lacerda, que se reúne hoje com o prefeito de Paragominas, Adnan Demachki, e os comandos locais da Polícia Militar e Civil, que apóiam a ação. Uma equipe da Polícia Rodoviária Federal também está a caminho do município.
Na terça-feira (17/11), 16 pessoas acusadas de desmatar a reserva foram presas por policiais civis e militares, que também apreenderam motosserras, duas armas calibre 22, dois caminhões carregados de toras e um carro.
Segundo o cacique Sérgio Tembé, os madeireiros aproveitaram a realização da Décima Edição dos Jogos dos Povos Indígenas, que aconteceu em Paragominas de 30 de outubro a 7 de novembro, para invadir a reserva. Desde então, faziam a derrubada da mata.
A Terra Indígena Alto Rio Guamá já teve um terço da sua área de 257 mil hectares desmatada por madeireiros, produtores rurais e até traficantes (o Ibama destruiu este ano plantações de maconha dentro da reserva). Cerca de mil índios vivem na área protegida, que reúne três aldeias.
Desde 2007, o Ibama combate com grandes operações a destruição das florestas na região do Alto Rio Guamá. No início do ano, a Operação Caapora fechou 13 serrarias clandestinas em Nova Esperança do Piriá que recebiam grande parte da madeira roubada da terra indígena.
“Pretendemos apreender todo o material usado no desmatamento. Os veículos e a madeira ilegal serão levados para Belém”, disse o coordenador da operação, Alex Lacerda, que se reúne hoje com o prefeito de Paragominas, Adnan Demachki, e os comandos locais da Polícia Militar e Civil, que apóiam a ação. Uma equipe da Polícia Rodoviária Federal também está a caminho do município.
Na terça-feira (17/11), 16 pessoas acusadas de desmatar a reserva foram presas por policiais civis e militares, que também apreenderam motosserras, duas armas calibre 22, dois caminhões carregados de toras e um carro.
Segundo o cacique Sérgio Tembé, os madeireiros aproveitaram a realização da Décima Edição dos Jogos dos Povos Indígenas, que aconteceu em Paragominas de 30 de outubro a 7 de novembro, para invadir a reserva. Desde então, faziam a derrubada da mata.
A Terra Indígena Alto Rio Guamá já teve um terço da sua área de 257 mil hectares desmatada por madeireiros, produtores rurais e até traficantes (o Ibama destruiu este ano plantações de maconha dentro da reserva). Cerca de mil índios vivem na área protegida, que reúne três aldeias.
Desde 2007, o Ibama combate com grandes operações a destruição das florestas na região do Alto Rio Guamá. No início do ano, a Operação Caapora fechou 13 serrarias clandestinas em Nova Esperança do Piriá que recebiam grande parte da madeira roubada da terra indígena.
Fonte: Ibama
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