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Notícias
19
nov
2009
(MÓVEIS)
Exportação de móveis gaúchos para Argentina recua 53%
As medidas de protecionismo da Argentina estão causando prejuízos para o Rio Grande do Sul.
As medidas de protecionismo da Argentina estão causando prejuízos para o Rio Grande do Sul. De acordo com a Carta de Conjuntura da Fundação de Economia e Estatística do Estado (FEE), divulgada nesta quinta-feira (12), as exportações de móveis gaúchos recuaram 53% de janeiro a setembro deste ano. As de calçados, 14,5%.
No Brasil, as barreiras comerciais atingem 14%. Em 2008, esse percentual era de 4,3%. Entre os setores mais prejudicados estão: calçados, têxteis, vestuário, autopeças, tornos, móveis de madeira, eletrodomésticos da linha branca, celulose e papel.
A publicação da FEE também trata de outros assuntos, como a aplicação da taxa de 2% de Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) para o capital externo. “Embora um câmbio menos valorizado traga queda na renda real dos brasileiros relativamente ao exterior, ele significa um maior potencial de crescimento e geração de empregos, o que justifica o empenho do governo em controlar tanto a volatilidade quanto a valorização excessiva da moeda”, diz o texto.
O documento ainda traz dados sobre o apoio governamental para a inovação tecnológica no Brasil e no Rio Grande do Sul: 19,2% das empresas que implementaram inovações no país obtiveram apoio; no Estado, esse percentual foi um pouco maior, alcançando 21,1%.
As medidas de protecionismo da Argentina estão causando prejuízos para o Rio Grande do Sul. De acordo com a Carta de Conjuntura da Fundação de Economia e Estatística do Estado (FEE), divulgada nesta quinta-feira (12), as exportações de móveis gaúchos recuaram 53% de janeiro a setembro deste ano. As de calçados, 14,5%.
No Brasil, as barreiras comerciais atingem 14%. Em 2008, esse percentual era de 4,3%. Entre os setores mais prejudicados estão: calçados, têxteis, vestuário, autopeças, tornos, móveis de madeira, eletrodomésticos da linha branca, celulose e papel.
A publicação da FEE também trata de outros assuntos, como a aplicação da taxa de 2% de Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) para o capital externo. “Embora um câmbio menos valorizado traga queda na renda real dos brasileiros relativamente ao exterior, ele significa um maior potencial de crescimento e geração de empregos, o que justifica o empenho do governo em controlar tanto a volatilidade quanto a valorização excessiva da moeda”, diz o texto.
O documento ainda traz dados sobre o apoio governamental para a inovação tecnológica no Brasil e no Rio Grande do Sul: 19,2% das empresas que implementaram inovações no país obtiveram apoio; no Estado, esse percentual foi um pouco maior, alcançando 21,1%.
Fonte: Portal Moveleiro
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