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Notícias
12
nov
2009
(MADEIRA E PRODUTOS)
Federação holandesa de madeira discutem Estratégia e Conduta 2010-2015
Em 5 de novembro a federação holandesa de madeira se reuniu, em sessão especial, para falar sobre a futura estratégia política e o código de conduta para o período de 2010 a 2015.
Dos 300 membros da federação, estiveram presentes cerca de 70 membros, dos quais são ativos na comercialização da madeira dura. A razão é viabilizar a sustentabilidade para coníferas e materiais em folha.
O longo objetivo para 2015 foi definido em 2005:
100% de toda a compra de coníferas devem ser oriundas de produção florestal sustentável.
85% de todos os materiais em folhas devem ser oriundos de produção florestal sustentável.
50% de toda a madeira maciça devem ser oriundas de produção florestal sustentável.
Os resultados dos objetivos do primeiro e segundo trimestre de 2009:
87% de todas as importações de coníferas vêm de produções sustentáveis.
59% de todos os materiais em folha vêm de produções sustentáveis.
26% de todas as madeiras maciças vêm de produções sustentáveis.
Os problemas para os comerciantes de madeira é que eles não sabem se o PEFC da Malásia será aceito pelo governo holandês como produção sustentável.
Além disso, os comerciantes de madeira acham que as ONGs irão possivelmente demonstrar que ainda há madeira produzida ilegalmente na cadeia de custódia PEFC da Malásia.
Os comerciantes reclamam que é difícil fazer o seu preço para a produção de madeira FSC. Portanto, a associação sindical de madeira, em cooperação com outras associações afins e ONGs, fez um proposta ao governo para abaixar a redução de impostos para a madeira sustentável de 19% para 6% de IVA. Esta medida irá aumentar as vendas para os consumidores.
Para controlar os objetivos dos resultados sustentáveis, para melhorar a performance e estarem melhores preparados para a futura legislação da comunidade européia contra a importação de madeira ilegal, decidiu-se que, a partir de 2010, até os importadores não-membros devem ser obrigados a apresentarem os resultados de suas compras sustentáveis.
Também há discussão ainda se os números não poderiam ser melhores recolhidos por instituições de fiscalização independentes, tais como SGS e Smartwood.
Durante a reunião, também se decidiu que, os membros que não apresentarem seus resultados irão receber, primeiramente, uma advertência, seguida de uma penalização e, se necessário, sua exclusão.
Em 01 de dezembro o plano definitivo de 2010-2015 será publicado.
Dos 300 membros da federação, estiveram presentes cerca de 70 membros, dos quais são ativos na comercialização da madeira dura. A razão é viabilizar a sustentabilidade para coníferas e materiais em folha.
O longo objetivo para 2015 foi definido em 2005:
100% de toda a compra de coníferas devem ser oriundas de produção florestal sustentável.
85% de todos os materiais em folhas devem ser oriundos de produção florestal sustentável.
50% de toda a madeira maciça devem ser oriundas de produção florestal sustentável.
Os resultados dos objetivos do primeiro e segundo trimestre de 2009:
87% de todas as importações de coníferas vêm de produções sustentáveis.
59% de todos os materiais em folha vêm de produções sustentáveis.
26% de todas as madeiras maciças vêm de produções sustentáveis.
Os problemas para os comerciantes de madeira é que eles não sabem se o PEFC da Malásia será aceito pelo governo holandês como produção sustentável.
Além disso, os comerciantes de madeira acham que as ONGs irão possivelmente demonstrar que ainda há madeira produzida ilegalmente na cadeia de custódia PEFC da Malásia.
Os comerciantes reclamam que é difícil fazer o seu preço para a produção de madeira FSC. Portanto, a associação sindical de madeira, em cooperação com outras associações afins e ONGs, fez um proposta ao governo para abaixar a redução de impostos para a madeira sustentável de 19% para 6% de IVA. Esta medida irá aumentar as vendas para os consumidores.
Para controlar os objetivos dos resultados sustentáveis, para melhorar a performance e estarem melhores preparados para a futura legislação da comunidade européia contra a importação de madeira ilegal, decidiu-se que, a partir de 2010, até os importadores não-membros devem ser obrigados a apresentarem os resultados de suas compras sustentáveis.
Também há discussão ainda se os números não poderiam ser melhores recolhidos por instituições de fiscalização independentes, tais como SGS e Smartwood.
Durante a reunião, também se decidiu que, os membros que não apresentarem seus resultados irão receber, primeiramente, uma advertência, seguida de uma penalização e, se necessário, sua exclusão.
Em 01 de dezembro o plano definitivo de 2010-2015 será publicado.
Fonte: Patricia Juressen-Cordeiro & Michael Derlage - www.houtmetkeurmerk.nl (www.madeiracomcertificacao.com)
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