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Notícias
10
nov
2009
(DESMATAMENTO)
Governadores oferecem "Fogo Zero" e "Bolsa Floresta"
Nomes como Fogo Zero e Bolsa Floresta. Objetivos que incluem o plantio de 1 bilhão de árvores e a captação de bilhões de dólares em compensações pelo desmatamento evitado. Esses são alguns dos projetos ambientais lançados pelos governos da Amazônia Legal que buscam a simpatia da comunidade internacional e, ao mesmo tempo, atender a demandas internas por mais empregos e desenvolvimento.
Após quase dois anos de discussões, os governadores da região (Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Acre, Amazonas, Amapá, Tocantins e Maranhão) estão de malas prontas para levar essas intenções à conferência mundial do clima em Copenhague, em dezembro.
Na semana passada, o governo de MT lançou um plano que estabelece até 2020 uma meta de redução de desmatamento 25% maior do que a prevista pelo Ministério do Meio Ambiente no Plano Nacional de Mudanças Climáticas para o período, que propõe uma queda gradual de 80% em relação à média dos últimos anos.
O cumprimento da meta, porém, depende da inclusão da compensação financeira no acordo internacional. "Não vamos sacrificar a possibilidade de desenvolvimento dentro da lei a troco de nada", disse o governador Blairo Maggi (PR).
No Pará, recordista do desmatamento na região, o governo estabeleceu meta idêntica à do governo federal, mas também se comprometeu a "construir as parcerias e implementar projetos piloto" para pagamentos por desmate evitado.
Outro programa prevê o plantio de 1 bilhão de árvores até 2013. Em recente encontro ambiental na Califórnia, a governadora Ana Júlia Carepa (PT) anunciou que já havia plantado 220 milhões de mudas, mas foi questionada: "É tecnicamente impossível plantar essa quantidade de mudas em tão pouco tempo", disse o deputado José Megale (PSDB).
O Amazonas tem desde 2007 a experiência do Bolsa Floresta, compensação de R$ 50 mensais paga a famílias que vivem em unidades de conservação e se comprometem a não desmatar.
O Acre lançou em setembro de 2008 a sua "Política de Valorização do Ativo Ambiental" -que inclui ações de cadastro e regularização fundiária e ambiental. Um dos objetivos é abolir o uso do fogo na agricultura do Estado, em proposta que foi apelidada de Fogo Zero.
Após quase dois anos de discussões, os governadores da região (Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Acre, Amazonas, Amapá, Tocantins e Maranhão) estão de malas prontas para levar essas intenções à conferência mundial do clima em Copenhague, em dezembro.
Na semana passada, o governo de MT lançou um plano que estabelece até 2020 uma meta de redução de desmatamento 25% maior do que a prevista pelo Ministério do Meio Ambiente no Plano Nacional de Mudanças Climáticas para o período, que propõe uma queda gradual de 80% em relação à média dos últimos anos.
O cumprimento da meta, porém, depende da inclusão da compensação financeira no acordo internacional. "Não vamos sacrificar a possibilidade de desenvolvimento dentro da lei a troco de nada", disse o governador Blairo Maggi (PR).
No Pará, recordista do desmatamento na região, o governo estabeleceu meta idêntica à do governo federal, mas também se comprometeu a "construir as parcerias e implementar projetos piloto" para pagamentos por desmate evitado.
Outro programa prevê o plantio de 1 bilhão de árvores até 2013. Em recente encontro ambiental na Califórnia, a governadora Ana Júlia Carepa (PT) anunciou que já havia plantado 220 milhões de mudas, mas foi questionada: "É tecnicamente impossível plantar essa quantidade de mudas em tão pouco tempo", disse o deputado José Megale (PSDB).
O Amazonas tem desde 2007 a experiência do Bolsa Floresta, compensação de R$ 50 mensais paga a famílias que vivem em unidades de conservação e se comprometem a não desmatar.
O Acre lançou em setembro de 2008 a sua "Política de Valorização do Ativo Ambiental" -que inclui ações de cadastro e regularização fundiária e ambiental. Um dos objetivos é abolir o uso do fogo na agricultura do Estado, em proposta que foi apelidada de Fogo Zero.
Fonte: 24 Horas News
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