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Notícias
04
nov
2009
(DESMATAMENTO)
Congresso propõe fundo contra o desmatamento de florestas
O exemplo vem da Costa Rica, país que nas últimas décadas conseguiu recuperar boa parte da área desmatada em seu território.
A criação de um fundo de financiamento de iniciativa mista (pública e privada) para que proprietários de áreas verdes não desmatem as florestas é uma das alternativas propostas por especialistas do setor, que estão reunidos durante esta semana em Curitiba para o 7.º Congresso Latino-Americano de Direito Florestal Ambiental.
O exemplo vem da Costa Rica, país que nas últimas décadas conseguiu recuperar boa parte da área desmatada em seu território. Por lá, a taxa cobrada dos motoristas de veículos compõe um fundo de financiamento com o qual se paga pequenos proprietários para a conservação das florestas, e não para que continuem vendendo madeira, por exemplo, para sua subsistência, conforme explica o presidente-executivo do Instituto de Desenvolvimento Agrário da Costa Rica, Carlos Bolaños Céspedes.
Na Costa Rica, o estímulo contínuo à agricultura, ao longo das décadas, teve consequências sérias para a economia e à população daquele país, que passou a sofrer com seca, redução da capacidade produtiva e de recursos hidroelétricos. “O modelo adotado por nós poderia ser aplicável em outros países da América Latina”, acredita.
A criação de um fundo de financiamento de iniciativa mista (pública e privada) para que proprietários de áreas verdes não desmatem as florestas é uma das alternativas propostas por especialistas do setor, que estão reunidos durante esta semana em Curitiba para o 7.º Congresso Latino-Americano de Direito Florestal Ambiental.
O exemplo vem da Costa Rica, país que nas últimas décadas conseguiu recuperar boa parte da área desmatada em seu território. Por lá, a taxa cobrada dos motoristas de veículos compõe um fundo de financiamento com o qual se paga pequenos proprietários para a conservação das florestas, e não para que continuem vendendo madeira, por exemplo, para sua subsistência, conforme explica o presidente-executivo do Instituto de Desenvolvimento Agrário da Costa Rica, Carlos Bolaños Céspedes.
Na Costa Rica, o estímulo contínuo à agricultura, ao longo das décadas, teve consequências sérias para a economia e à população daquele país, que passou a sofrer com seca, redução da capacidade produtiva e de recursos hidroelétricos. “O modelo adotado por nós poderia ser aplicável em outros países da América Latina”, acredita.
Fonte: Luciana Cristo
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