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Notícias
01
nov
2009
(DESMATAMENTO)
Mato Grosso tem meta de reduzir desmatamento para 870 Km² até 2020
Mato Grosso tem condição de reduzir o desmatamento em 2020 para 870 quilômetros quadrados (Kmª), se forem considerados critérios como a proposta a ser levada a Copenhague pelos governadores da Amazônia e governo brasileiro de quantificar um valor para o estoque de carbono pela floresta em pé.
A informação foi repassada pelo governador Blairo Maggi na manhã desta quinta-feira (29.10), em apresentação do Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento e Queimadas de Mato Grosso (PPCDQ-MT) para a sociedade civil e Imprensa no Palácio Paiaguás, em Cuiabá. A meta está abaixo do proposto pelo governo federal por meio do Ministério do Meio Ambiente para o mesmo período, cuja redução de desmatamento para o Estado é de 1.494 Km².
"Mato Grosso propõe algo mais ousado do que a meta nacional, dentro de alguns critérios a serem observados. O Estado não tem condição sozinho de atingir esta meta", avalia Maggi. "Como ponto principal para o plano diria, a ser levado a Copenhague, é a inclusão do valor da floresta em pé. O carbono retido na floresta deve ter valor", diz. "Vamos querer e estar trabalhando para que toda floresta em pé tenha valor", reforça.
Por esse conceito, a manutenção da floresta em pé e consequentemente o estoque de carbono, afirma o governador Blairo Maggi, o Brasil poderia captar no mercado externo 11,798 bilhões de dólares. E com a meta adicional do Estado "sozinho Mato Grosso tem condição de captar mais 3,099 bilhões de dólares".
O governador diz que os dados mostram que o desmatamento está decrescente em Mato Grosso, pois atingiu 11.814 Km² em 2003/2004, passou para 4.333 Km em 2005/2006 e pode chegar a 1.500 Km² em 2010, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
A apresentação do plano é mais uma ação da política sustentável desenvolvida pelo governo mato-grossense em preparação à Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Clima em Copenhague, em dezembro.
Atualmente, a área desmatada em Mato Grosso está abaixo de 2.000 quilômetros quadrados e a meta para o ano de 2010 é de 1.500 quilômetros quadrados. Os dados de comparação apresentados pelo governador são da série histórica do Programa de Cálculo Desflorestamento da Amazônia (Prodes), do Inpe, vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia.
A informação foi repassada pelo governador Blairo Maggi na manhã desta quinta-feira (29.10), em apresentação do Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento e Queimadas de Mato Grosso (PPCDQ-MT) para a sociedade civil e Imprensa no Palácio Paiaguás, em Cuiabá. A meta está abaixo do proposto pelo governo federal por meio do Ministério do Meio Ambiente para o mesmo período, cuja redução de desmatamento para o Estado é de 1.494 Km².
"Mato Grosso propõe algo mais ousado do que a meta nacional, dentro de alguns critérios a serem observados. O Estado não tem condição sozinho de atingir esta meta", avalia Maggi. "Como ponto principal para o plano diria, a ser levado a Copenhague, é a inclusão do valor da floresta em pé. O carbono retido na floresta deve ter valor", diz. "Vamos querer e estar trabalhando para que toda floresta em pé tenha valor", reforça.
Por esse conceito, a manutenção da floresta em pé e consequentemente o estoque de carbono, afirma o governador Blairo Maggi, o Brasil poderia captar no mercado externo 11,798 bilhões de dólares. E com a meta adicional do Estado "sozinho Mato Grosso tem condição de captar mais 3,099 bilhões de dólares".
O governador diz que os dados mostram que o desmatamento está decrescente em Mato Grosso, pois atingiu 11.814 Km² em 2003/2004, passou para 4.333 Km em 2005/2006 e pode chegar a 1.500 Km² em 2010, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
A apresentação do plano é mais uma ação da política sustentável desenvolvida pelo governo mato-grossense em preparação à Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Clima em Copenhague, em dezembro.
Atualmente, a área desmatada em Mato Grosso está abaixo de 2.000 quilômetros quadrados e a meta para o ano de 2010 é de 1.500 quilômetros quadrados. Os dados de comparação apresentados pelo governador são da série histórica do Programa de Cálculo Desflorestamento da Amazônia (Prodes), do Inpe, vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia.
Fonte: 24 Horas News
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