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Notícias
28
out
2009
(SETOR FLORESTAL)
Klabin projeta ampliar florestas no Paraná
Unidade de Monte Alegre, em Telêmaco Borba, terá prioridade na escolha.
A Klabin está planejando expandir suas florestas, com prioridade para a unidade de Monte Alegre, em Telêmaco Borba, na região dos Campos Gerais. A expansão, anunciada ontem durante a apresentação do balanço trimestral da companhia, seria feita possivelmente a partir de 2010, por meio de parcerias com terceiros, e deve servir para fornecer matéria-prima a uma futura fábrica de celulose. O projeto, previsto para ter uma capacidade anual de 1,5 milhões de toneladas, pode ser implantado por volta de 2015.
A expansão, segundo o diretor geral da Klabin, Reinoldo Poernbacher, tem relação com perspectivas mais otimistas do mercado para 2010, tanto na economia brasileira como na internacional, com aumento na demanda por bens duráveis e não duráveis. A intenção, afirmou o executivo, é preparar a companhia para um novo ciclo de crescimento, promovendo maior geração de caixa e reduzindo o endividamento da empresa. A companhia não prevê, no entanto, aplicar apenas recursos próprios na expansão de florestas, que deve ser de 40 mil a 50 mil hectares.
A maior parte dos recursos, conforme Poernbacher, viria de terceiros, em parcerias com a Klabin.Em relação à nova unidade de celulose, o executivo ressaltou que a produção seria mais focada no mercado externo. “É o desenvolvimento desse mercado que vai dizer se os investimentos nessa linha serão remunerados”, ressaltou. De acordo com Poernbacher, já é possível perceber, através dos números do terceiro trimestre de 2009 da empresa, uma melhora do desempenho principalmente na economia nacional.Um aumento nas vendas de embalagens no caso da Klabin, destinadas a indústrias da alimentação, higiene, limpeza e cosméticos, principalmente é reflexo disso, para ele. A empresa também já vê uma retomada na Europa e nos Estados Unidos, onde tem negociado com novos grandes clientes.
As conversas já estão em fase final. O volume de vendas da Klabin, no terceiro trimestre do ano, foi 15% superior ao apurado no segundo trimestre de 2009, e 4% maior que no mesmo período do ano passado. A companhia fechou o terceiro trimestre com receita líquida de R$ 750 milhões, 10% superior à do segundo trimestre. Enquanto o mercado interno respondeu por R$ 594 milhões, as exportações totalizaram R$ 157 milhões.
O último valor foi influenciado, segundo Poernbacher, por uma queda de 10% no dólar, no período. Com a melhora nas vendas, a companhia conseguiu apurar um lucro líquido, entre julho e setembro, de R$ 183 milhões. Nos nove primeiros meses do ano, o resultado é positivo em R$ 518 milhões, ante prejuízo de R$ 35 milhões, entre janeiro e setembro de 2008.
No trimestre, o EBITDA (que são os lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da empresa chegou a R$ 199 milhões, com margem de 27%. No segundo trimestre do ano, a margem foi de 22%, e no mesmo trimestre de 2008, de 20%.
A Klabin está planejando expandir suas florestas, com prioridade para a unidade de Monte Alegre, em Telêmaco Borba, na região dos Campos Gerais. A expansão, anunciada ontem durante a apresentação do balanço trimestral da companhia, seria feita possivelmente a partir de 2010, por meio de parcerias com terceiros, e deve servir para fornecer matéria-prima a uma futura fábrica de celulose. O projeto, previsto para ter uma capacidade anual de 1,5 milhões de toneladas, pode ser implantado por volta de 2015.
A expansão, segundo o diretor geral da Klabin, Reinoldo Poernbacher, tem relação com perspectivas mais otimistas do mercado para 2010, tanto na economia brasileira como na internacional, com aumento na demanda por bens duráveis e não duráveis. A intenção, afirmou o executivo, é preparar a companhia para um novo ciclo de crescimento, promovendo maior geração de caixa e reduzindo o endividamento da empresa. A companhia não prevê, no entanto, aplicar apenas recursos próprios na expansão de florestas, que deve ser de 40 mil a 50 mil hectares.
A maior parte dos recursos, conforme Poernbacher, viria de terceiros, em parcerias com a Klabin.Em relação à nova unidade de celulose, o executivo ressaltou que a produção seria mais focada no mercado externo. “É o desenvolvimento desse mercado que vai dizer se os investimentos nessa linha serão remunerados”, ressaltou. De acordo com Poernbacher, já é possível perceber, através dos números do terceiro trimestre de 2009 da empresa, uma melhora do desempenho principalmente na economia nacional.Um aumento nas vendas de embalagens no caso da Klabin, destinadas a indústrias da alimentação, higiene, limpeza e cosméticos, principalmente é reflexo disso, para ele. A empresa também já vê uma retomada na Europa e nos Estados Unidos, onde tem negociado com novos grandes clientes.
As conversas já estão em fase final. O volume de vendas da Klabin, no terceiro trimestre do ano, foi 15% superior ao apurado no segundo trimestre de 2009, e 4% maior que no mesmo período do ano passado. A companhia fechou o terceiro trimestre com receita líquida de R$ 750 milhões, 10% superior à do segundo trimestre. Enquanto o mercado interno respondeu por R$ 594 milhões, as exportações totalizaram R$ 157 milhões.
O último valor foi influenciado, segundo Poernbacher, por uma queda de 10% no dólar, no período. Com a melhora nas vendas, a companhia conseguiu apurar um lucro líquido, entre julho e setembro, de R$ 183 milhões. Nos nove primeiros meses do ano, o resultado é positivo em R$ 518 milhões, ante prejuízo de R$ 35 milhões, entre janeiro e setembro de 2008.
No trimestre, o EBITDA (que são os lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da empresa chegou a R$ 199 milhões, com margem de 27%. No segundo trimestre do ano, a margem foi de 22%, e no mesmo trimestre de 2008, de 20%.
Fonte: Paraná Online
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