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Um dos principais catedráticos e designers dos Estados Unidos, Alphonse Mattia cria móveis com um conceito inovador de funcionalidade e alegria. Seu trabalho, espalhado hoje em muitos museus e coleções privadas, valoriza a madeira em detalhes e busca em cada móvel o conceito da “utilidade” – algo que transporta o significado e a emoção junto com a utilidade.
O designer Alphonse Mattia, que recentemente esteve presente em São
Paulo participando de workshop AHEC – órgão que promove o marketing global para madeiras duras norte-americanas -, trabalha a madeira de uma forma escultural e cada espécie escolhida para um móvel é cuidadosamente estudada para aproveitar o máximo de sua característica. Embora seus trabalhos incluam também o uso de madeiras brasileiras da amazônia, a maior escolha ainda é por madeiras duras americanas, como o carvalho, nogueira, freixo, amieiro, cerejeira e bordo. Essa escolha recai sobretudo pelo conceito de uso de uma madeira proveniente de manejo sustentável.
Cada móvel desenhado por Mattia traz consigo um tema. É comum, portanto, um móvel trazer motivos de frutas, de órgãos do corpo humano, ou ainda de estações do ano, sempre mantendo a funcionalidade.
Diferente do que ocorre principalmente no Brasil, a grande vantagem no uso das madeiras americanas é a imagem de sustentabilidade. Nos Estados Unidos as florestas estão em crescimento. Hoje elas são 100% maiores que há cinqüenta anos. Atualmente elas cobrem aproximadamente 113 milhões de hectares, a maior parte localizada na metade leste do país. O volume de madeira de lei nas florestas americanas chega a 10,5 bilhões de metros cúbicos: volume 10 mil vezes maior que o do Empire State Building. Dos 306 milhões de metros cúbicos que crescem ao ano, são colhidos apenas 180 milhões.
Os números confirmam a disponibilidade de madeira americana para importação e abrem boas possibilidades para a indústria brasileira de móveis, pisos e laminados. No Brasil o Red Oak (carvalho vermelho) é a madeira mais procurada, seguida pelo Maple (bordo).
Para promover e dar apoio técnico para os interessados nas hardwoods pelo mundo foi criada uma entidade - a AHEC (American Hardwood Export Council), que representa exportadores e todas as principais associações comerciais para produtos de madeira dura. No Brasil a AHEC tem mantido um trabalho de divulgação, promoção de workshops, participação de feiras e eventos, visando difundir o uso destas madeiras e suas aplicações no mais diversos fins. Maiores detalhes sobre características das madeiras no site www.ahec-mexico.org
Notícias
26
out
2009
(MADEIRA E PRODUTOS)
Designer cria móveis valorizando a madeira
Um dos principais catedráticos e designers dos Estados Unidos, Alphonse Mattia cria móveis com um conceito inovador de funcionalidade e alegria. Seu trabalho, espalhado hoje em muitos museus e coleções privadas, valoriza a madeira em detalhes e busca em cada móvel o conceito da “utilidade” – algo que transporta o significado e a emoção junto com a utilidade.O designer Alphonse Mattia, que recentemente esteve presente em São
Paulo participando de workshop AHEC – órgão que promove o marketing global para madeiras duras norte-americanas -, trabalha a madeira de uma forma escultural e cada espécie escolhida para um móvel é cuidadosamente estudada para aproveitar o máximo de sua característica. Embora seus trabalhos incluam também o uso de madeiras brasileiras da amazônia, a maior escolha ainda é por madeiras duras americanas, como o carvalho, nogueira, freixo, amieiro, cerejeira e bordo. Essa escolha recai sobretudo pelo conceito de uso de uma madeira proveniente de manejo sustentável.Cada móvel desenhado por Mattia traz consigo um tema. É comum, portanto, um móvel trazer motivos de frutas, de órgãos do corpo humano, ou ainda de estações do ano, sempre mantendo a funcionalidade.
Diferente do que ocorre principalmente no Brasil, a grande vantagem no uso das madeiras americanas é a imagem de sustentabilidade. Nos Estados Unidos as florestas estão em crescimento. Hoje elas são 100% maiores que há cinqüenta anos. Atualmente elas cobrem aproximadamente 113 milhões de hectares, a maior parte localizada na metade leste do país. O volume de madeira de lei nas florestas americanas chega a 10,5 bilhões de metros cúbicos: volume 10 mil vezes maior que o do Empire State Building. Dos 306 milhões de metros cúbicos que crescem ao ano, são colhidos apenas 180 milhões. Os números confirmam a disponibilidade de madeira americana para importação e abrem boas possibilidades para a indústria brasileira de móveis, pisos e laminados. No Brasil o Red Oak (carvalho vermelho) é a madeira mais procurada, seguida pelo Maple (bordo).
Para promover e dar apoio técnico para os interessados nas hardwoods pelo mundo foi criada uma entidade - a AHEC (American Hardwood Export Council), que representa exportadores e todas as principais associações comerciais para produtos de madeira dura. No Brasil a AHEC tem mantido um trabalho de divulgação, promoção de workshops, participação de feiras e eventos, visando difundir o uso destas madeiras e suas aplicações no mais diversos fins. Maiores detalhes sobre características das madeiras no site www.ahec-mexico.org Fonte: Porthus Eventos
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