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Notícias
25
out
2009
(MÓVEIS)
Para evitar crise, indústria de móveis quer isenção do IPI
As indústrias de móveis reivindicam isenção do IPI semelhante àquilo que o governo federal concedeu aos eletrodomésticos da chamada “linha branca”.
As indústrias de móveis reivindicam isenção do IPI semelhante àquilo que o governo federal concedeu aos eletrodomésticos da chamada “linha branca”. Essa isonomia é necessária e urgente para evitar uma crise no setor moveleiro. A avaliação foi feita ontem, em Chapecó, pelo presidente da Associação Brasileira da Indústria de Móveis (ABIMÓVEL), José Luiz Dias Fernandes, em reunião convocada pela Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (Amoesc) e o Sindicato das Indústrias Madeireiras, Moveleiras e Similares do Vale do Uruguai (Simovale).Desde o início do ano a Abimóvel está tentando mostrar ao governo federal que o benefício concedido aos eletrodomésticos criou problemas para quem fabrica móveis: o brasileiro está comprando muita geladeira, freezer, micro-ondas, etc., e não está comprando móveis. As vendas de móveis estão caindo à base de 10% ao mês. “Os 10% de IPI que a indústria paga sobre os móveis pesam no preço final e afugentam os consumidores.
Se o governo renovar a isenção para a linha branca, a venda de eletro continuará subindo e, a de móveis, descendo”, assevera Dias Fernandes. Enfatiza que 95% das 247.000 indústrias de móveis do Brasil são micro e pequenas empresas.Para reverter a situação, os moveleiros pedem a isenção do IPI sobre alguns insumos, como placas e painéis por seis meses e a inclusão de móveis no programa Minha casa, minha vida: 10% a 20% do valor financiado seria destinado a aquisição de móveis. Os ministérios da Fazenda, das Cidades e do Planejamento estão analisando as propostas que tem, no Congresso Nacional, a senadora catarinense Ideli Salvatti como defensora.
O presidente da Amoesc e do Simovale (as duas diretorias foram unificadas), Osni Carlos Verona, informou que a presença da Abimóvel em Chapecó é parte da estratégia de fortalecimento do pólo moveleiro do oeste de Santa Catarina e da expo-feira do setor. As duas entidades promovem em agosto próximo a Mercomóveis 2010, uma feira transestadual com o apoio do Sebrae, da Fiesc e outras instituições. Realizada a cada dois anos, a Mercomóveis registra 151 expositores, 20 mil visitantes, 180 milhões de reais em negócios internos e 15 milhões de dólares de exportações.
As indústrias de móveis reivindicam isenção do IPI semelhante àquilo que o governo federal concedeu aos eletrodomésticos da chamada “linha branca”. Essa isonomia é necessária e urgente para evitar uma crise no setor moveleiro. A avaliação foi feita ontem, em Chapecó, pelo presidente da Associação Brasileira da Indústria de Móveis (ABIMÓVEL), José Luiz Dias Fernandes, em reunião convocada pela Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (Amoesc) e o Sindicato das Indústrias Madeireiras, Moveleiras e Similares do Vale do Uruguai (Simovale).Desde o início do ano a Abimóvel está tentando mostrar ao governo federal que o benefício concedido aos eletrodomésticos criou problemas para quem fabrica móveis: o brasileiro está comprando muita geladeira, freezer, micro-ondas, etc., e não está comprando móveis. As vendas de móveis estão caindo à base de 10% ao mês. “Os 10% de IPI que a indústria paga sobre os móveis pesam no preço final e afugentam os consumidores.
Se o governo renovar a isenção para a linha branca, a venda de eletro continuará subindo e, a de móveis, descendo”, assevera Dias Fernandes. Enfatiza que 95% das 247.000 indústrias de móveis do Brasil são micro e pequenas empresas.Para reverter a situação, os moveleiros pedem a isenção do IPI sobre alguns insumos, como placas e painéis por seis meses e a inclusão de móveis no programa Minha casa, minha vida: 10% a 20% do valor financiado seria destinado a aquisição de móveis. Os ministérios da Fazenda, das Cidades e do Planejamento estão analisando as propostas que tem, no Congresso Nacional, a senadora catarinense Ideli Salvatti como defensora.
O presidente da Amoesc e do Simovale (as duas diretorias foram unificadas), Osni Carlos Verona, informou que a presença da Abimóvel em Chapecó é parte da estratégia de fortalecimento do pólo moveleiro do oeste de Santa Catarina e da expo-feira do setor. As duas entidades promovem em agosto próximo a Mercomóveis 2010, uma feira transestadual com o apoio do Sebrae, da Fiesc e outras instituições. Realizada a cada dois anos, a Mercomóveis registra 151 expositores, 20 mil visitantes, 180 milhões de reais em negócios internos e 15 milhões de dólares de exportações.
Fonte: Portal Moveleiro
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