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Notícias
30
set
2009
(LOGÍSTICA)
Tecnologia inovadora vai gerenciar contêineres em Porto Seco alfandegado
Uma tecnologia capaz de identificar a procedência de um produto, direcionar o melhor lugar para seu armazenamento e localizá-lo em segundos, mesmo em uma área superior a 40 campos de futebol, será lançada na segunda edição do Itajaí Trade Summit - Feira de Comércio Exterior e Logística. O evento, realizado nos dias 30 de setembro, 01 e 02 de outubro, em Itajaí (SC), conta com a apresentação de um sistema, que opera por meio da plataforma de Identificação por Radiofreqüência (RFID), desenvolvido pela empresa catarinense Gtt (Goods that talk) para gerenciamento e controle de contêineres.
Em visita técnica à Multilog, empresa aduaneira operadora de dry-port na região Sul, a Gtt vai demonstrar as soluções em RFID em atuação nas operações de transferência e movimentação de contêineres. Com o objetivo de otimizar o trabalho e reduzir custos, um portal/balança instalado na entrada do Porto Seco vai identificar as TAGs (etiquetas inteligentes) aplicadas aos contêineres, registrar sua entrada e armazenar as informações pré-cadastradas. Outro sistema instalado nas empilhadeiras reach-stacker, com capacidade para erguer 45 toneladas, vai identificar por radiofreqüência o contêiner e definir a posição ideal para armazená-lo em um dos pátios integrado aos 326.223m² alfandegados da empresa. Para o diretor comercial da empresa, Eclésio da Silva, as expectativas quanto ao uso do RFID são as melhores possíveis. "O uso do software vem como um diferencial no mercado, já que somos o primeiro Porto Seco a utilizar essa tecnologia no Brasil. Para os clientes, proporcionará maior segurança e tranqüilidade, além de agilidade nas operações das cargas", analisa.
Há treze anos atuando no mercado, a Multilog tornou-se um dos principais elos da cadeia logística de Santa Catarina. O diferencial do porto seco está na proximidade com dois dos principais portos catarinenses: de Itajaí, segundo em movimentação de contêineres e sexto maior exportador do país, e de São Francisco do Sul, quinto em movimentação de contêineres e sétimo exportador do Brasil. Com a adoção do sistema de logística, o terminal aduaneiro pretende operar com maior agilidade cerca de 2.800 contêineres/mês.
Além da automatização de operações para o controle de contêineres, que hoje é feito manualmente na Multilog, as soluções permitem obter informações de posicionamento georeferenciado (GNSS), rastreamento e posicionamento preciso e ainda auxiliam no aumento da receita. Conforme reforça o chefe de TI da Multilog, Julian Antônio Espindola, "o objetivo da tecnologia é reduzir custos e melhorar os negócios". O sistema desenvolvido para melhorar a situação dos portos secos atende toda a cadeia verticalizada de serviços do setor. Considerando os sete milhões de contêineres existentes no Brasil, as EADIs são responsáveis por 30% do total. "Essa tecnologia beneficiará todo o segmento logístico em território nacional", complementa o diretor da Gtt, Guido Dellagnelo.
Em visita técnica à Multilog, empresa aduaneira operadora de dry-port na região Sul, a Gtt vai demonstrar as soluções em RFID em atuação nas operações de transferência e movimentação de contêineres. Com o objetivo de otimizar o trabalho e reduzir custos, um portal/balança instalado na entrada do Porto Seco vai identificar as TAGs (etiquetas inteligentes) aplicadas aos contêineres, registrar sua entrada e armazenar as informações pré-cadastradas. Outro sistema instalado nas empilhadeiras reach-stacker, com capacidade para erguer 45 toneladas, vai identificar por radiofreqüência o contêiner e definir a posição ideal para armazená-lo em um dos pátios integrado aos 326.223m² alfandegados da empresa. Para o diretor comercial da empresa, Eclésio da Silva, as expectativas quanto ao uso do RFID são as melhores possíveis. "O uso do software vem como um diferencial no mercado, já que somos o primeiro Porto Seco a utilizar essa tecnologia no Brasil. Para os clientes, proporcionará maior segurança e tranqüilidade, além de agilidade nas operações das cargas", analisa.
Há treze anos atuando no mercado, a Multilog tornou-se um dos principais elos da cadeia logística de Santa Catarina. O diferencial do porto seco está na proximidade com dois dos principais portos catarinenses: de Itajaí, segundo em movimentação de contêineres e sexto maior exportador do país, e de São Francisco do Sul, quinto em movimentação de contêineres e sétimo exportador do Brasil. Com a adoção do sistema de logística, o terminal aduaneiro pretende operar com maior agilidade cerca de 2.800 contêineres/mês.
Além da automatização de operações para o controle de contêineres, que hoje é feito manualmente na Multilog, as soluções permitem obter informações de posicionamento georeferenciado (GNSS), rastreamento e posicionamento preciso e ainda auxiliam no aumento da receita. Conforme reforça o chefe de TI da Multilog, Julian Antônio Espindola, "o objetivo da tecnologia é reduzir custos e melhorar os negócios". O sistema desenvolvido para melhorar a situação dos portos secos atende toda a cadeia verticalizada de serviços do setor. Considerando os sete milhões de contêineres existentes no Brasil, as EADIs são responsáveis por 30% do total. "Essa tecnologia beneficiará todo o segmento logístico em território nacional", complementa o diretor da Gtt, Guido Dellagnelo.
Fonte: ITS / Gtt
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