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Notícias
28
set
2009
(MÓVEIS)
Mantega convoca o setor moveleiro
A indústria moveleira foi chamada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, para uma reunião em Brasília.
A indústria moveleira foi chamada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, para uma reunião, amanhã, em Brasília. Na pauta, a isenção do IPI para o produto e a redução dos impostos para chapas e painéis. Segundo a presidente da Movergs, Maristela Longhi, que participará da reunião junto com representantes da Abimóvel e Abipa (painéis) e do setor varejista, a expectativa é boa, apesar da já manifestada intenção do governo de pôr fim às concessões fiscais feitas para enfrentar a crise mundial. Maristela vê como bons sinais os pedidos de informações do governo ao longo da negociação. O argumento do setor é de que, ao contrário do Brasil, o mercado internacional ainda não superou a crise, e a isenção e a redução do IPI permitiriam às empresas exportadoras compensar a queda das vendas externas, redirecionando produtos para o mercado interno. 'Com a desoneração, tentaremos fazer com que o mercado brasileiro absorva a produção', explica a presidente da Movergs.
Queda Geral - A queda nas exportações de móveis do Rio Grande do Sul foi de 33% até agosto, acompanhando a média nacional. De acordo com Maristela Longhi, isso pesou no fechamento semestral da indústria gaúcha do setor. A queda global nas vendas (mercados interno e externo) foi de 11% em comparação com igual período de 2008.
Compensação Difícil - Apesar do mercado brasileiro estar em situação melhor do que o mundial e o segundo semestre ser tradicionalmente mais aquecido, a presidente da Movergs acha difícil compensar o resultado do primeiro semestre. O setor deve fechar o ano com queda. Seu tamanho dependerá da decisão do governo sobre a redução do IPI.
A indústria moveleira foi chamada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, para uma reunião, amanhã, em Brasília. Na pauta, a isenção do IPI para o produto e a redução dos impostos para chapas e painéis. Segundo a presidente da Movergs, Maristela Longhi, que participará da reunião junto com representantes da Abimóvel e Abipa (painéis) e do setor varejista, a expectativa é boa, apesar da já manifestada intenção do governo de pôr fim às concessões fiscais feitas para enfrentar a crise mundial. Maristela vê como bons sinais os pedidos de informações do governo ao longo da negociação. O argumento do setor é de que, ao contrário do Brasil, o mercado internacional ainda não superou a crise, e a isenção e a redução do IPI permitiriam às empresas exportadoras compensar a queda das vendas externas, redirecionando produtos para o mercado interno. 'Com a desoneração, tentaremos fazer com que o mercado brasileiro absorva a produção', explica a presidente da Movergs.
Queda Geral - A queda nas exportações de móveis do Rio Grande do Sul foi de 33% até agosto, acompanhando a média nacional. De acordo com Maristela Longhi, isso pesou no fechamento semestral da indústria gaúcha do setor. A queda global nas vendas (mercados interno e externo) foi de 11% em comparação com igual período de 2008.
Compensação Difícil - Apesar do mercado brasileiro estar em situação melhor do que o mundial e o segundo semestre ser tradicionalmente mais aquecido, a presidente da Movergs acha difícil compensar o resultado do primeiro semestre. O setor deve fechar o ano com queda. Seu tamanho dependerá da decisão do governo sobre a redução do IPI.
Fonte: Correio do Povo/RS
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