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Notícias
27
set
2009
(MEIO AMBIENTE)
Madeira de Pinus contribui para uso sustentável de florestas naturais
Estudo feito pelo Instituto Florestal (IF), vinculado à Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, mostra na prática que as casas produzidas com madeira de pinus contribuem para o uso sustentável das florestas naturais.
Segundo o IF, um modelo padrão de construção com 54 metros quadrados de área, composto por sala, dois dormitórios, cozinha e banheiro requer, para sua realização 10,5 metros cúbicos de madeira beneficiada, oito operários e 10 dias para a produção. O país possui 1,8 milhões de hectares plantados de pinus, matéria-prima para esse modelo de casa.
Desde a década de 1950, o IF difunde a utilização do pinus ao invés de outras madeiras nativas. De 1980 até hoje, o órgão construiu 433 unidades deste modelo com diferentes finalidades, como residências para vigias, hospedarias, guaritas, salas de aula e escritórios, entre outros. Sem mencionar tecnologias de preservação eventualmente adotadas, vale lembrar que essas unidades terão sua vida útil estendida, aumentando assim o benefício da escolha de madeira que ajuda a diminuir a pressão sobre o recurso nativo que resultaria de atividade extrativista.
Segundo o IF, um modelo padrão de construção com 54 metros quadrados de área, composto por sala, dois dormitórios, cozinha e banheiro requer, para sua realização 10,5 metros cúbicos de madeira beneficiada, oito operários e 10 dias para a produção. O país possui 1,8 milhões de hectares plantados de pinus, matéria-prima para esse modelo de casa.
Desde a década de 1950, o IF difunde a utilização do pinus ao invés de outras madeiras nativas. De 1980 até hoje, o órgão construiu 433 unidades deste modelo com diferentes finalidades, como residências para vigias, hospedarias, guaritas, salas de aula e escritórios, entre outros. Sem mencionar tecnologias de preservação eventualmente adotadas, vale lembrar que essas unidades terão sua vida útil estendida, aumentando assim o benefício da escolha de madeira que ajuda a diminuir a pressão sobre o recurso nativo que resultaria de atividade extrativista.
Fonte: Informativo ABPM
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