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Notícias
25
set
2009
(COMÉRCIO EXTERIOR)
Madeireiras sentem os efeitos do real valorizado e discutem alternativas
O segmento de madeira enfrentou dificuldades nos últimos anos por causa da queda nas exportações e valorização do real. Para efeito de comparação, os embarques no país de janeiro a agosto do ano passado somaram US$ 1,998 bilhão e, no mesmo período de 2009, caíram 46%, para US$ 1,080 bilhão. No Paraná, a queda foi de US$ 632 milhões para US$ 343 milhões nos primeiros oito meses.
Como medida para enfrentar os problemas, empresários do setor sugeriram recentemente, em reunião na Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), a criação de um programa de financiamento de imóveis de madeira, a união do setor, mais investimentos em tecnologia e inovação e a redução da carga tributária.
Mesmo sem avanço nas propostas, o presidente da Associação Brasileira da Indústria da Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), Antonio Rubens Camilotti, conta que os primeiros sinais de recuperação das vendas começam a ser vistos este mês. "Ao menos deve parar de cair", ele espera, citando o fim das férias na Europa e o fato de o segundo semestre ser habitualmente melhor que o primeiro.
As exportações brasileiras de produtos de madeira sólida vêm diminuindo desde 2007, ou seja, antes do início da crise financeira mundial, que tornou a situação mais complicada. O mercado interno passou, então, a ser visto como uma saída para as empresas.
Como medida para enfrentar os problemas, empresários do setor sugeriram recentemente, em reunião na Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), a criação de um programa de financiamento de imóveis de madeira, a união do setor, mais investimentos em tecnologia e inovação e a redução da carga tributária.
Mesmo sem avanço nas propostas, o presidente da Associação Brasileira da Indústria da Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), Antonio Rubens Camilotti, conta que os primeiros sinais de recuperação das vendas começam a ser vistos este mês. "Ao menos deve parar de cair", ele espera, citando o fim das férias na Europa e o fato de o segundo semestre ser habitualmente melhor que o primeiro.
As exportações brasileiras de produtos de madeira sólida vêm diminuindo desde 2007, ou seja, antes do início da crise financeira mundial, que tornou a situação mais complicada. O mercado interno passou, então, a ser visto como uma saída para as empresas.
Fonte: Valor
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