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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Pesquisa da FGV vai dimensionar setor moveleiro do Rio de Janeiro
A Fundação Getúlio Vargas vai realizar pesquisa para dimensionar a indústria moveleira no Estado do Rio de Janeiro. De acordo com o presidente da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, Eduardo Gouvêia, o levantamento será importante para detalhar o setor que, segundo ele, tem totais condições de voltar a produzir com intensidade, retomando o dinamismo dos anos 70, quando respondia por 15% da produção nacional, contra 1,5% verificado hoje.
Embora seja o segundo maior consumidor de móveis do país, com um total de 1.500 empresas, que empregam cerca de 16 mil pessoas, o Rio de Janeiro respondeu, no ano passado, por apenas 2,7% das exportações brasileiras do setor.
Na avaliação do Presidente do Sindicato das Indústrias de Móveis de Madeira, Junco e Vime, Serrarias, Carpintarias, Tanoarias, Aglomerados e Chapas de Fibras de Madeira do município do Rio, Joaquim Gomes da Silva, o setor moveleiro fluminense está muito fraco. Ele indicou a necessidade de criação de um novo design, entre as falhas que reclamam ser corrigidas. Gomes da Silva acredita, entretanto, que o convênio firmado hoje “é o início de uma arrancada que o estado do Rio dará em direção ao crescimento”.
O estudo terá foco também no mercado externo, partindo dos competidores para que se tenha uma noção de quais serão os caminhos em termos de vantagens competitivas para o setor fluminense, revelou o Coordenador de Projetos da FGV, Sérgio Gustavo da Costa.
O Sebrae do estado já identificou a existência de 700 empresas moveleiras na capital, 50 em Petrópolis, 288 em Campos e Itaperuna, 141 em Duque de Caxias, na Baixada, 150 em Volta Redonda, e 150 em Niterói e Região dos Lagos. O Diretor-Superintendente do Sebrae/RJ, Paulo Maurício Castelo Branco, esclareceu que o diagnóstico que será obtido a partir da pesquisa vai apontar as ações que a entidade e suas parceiras (Firjan e Senai/RJ) deverão desenvolver para fortalecer a atividade no estado.
As experiências exitosas dos Arranjos Produtivos Locais (APLs) realizadas em Ubá, Minas Gerais, e Taubaté, São Paulo, poderão servir de base para a criação de pólos industriais de móveis no Rio de Janeiro, admitiu Castelo Branco. Sergio Gustavo da Costa acrescentou que as concentrações de empresas moveleiras já identificadas pelo Sebrae/RJ podem ser um elemento para gerar ganhos de competitividade para o setor fluminense.
Fonte: Agência Brasil – 22/03/2004
Embora seja o segundo maior consumidor de móveis do país, com um total de 1.500 empresas, que empregam cerca de 16 mil pessoas, o Rio de Janeiro respondeu, no ano passado, por apenas 2,7% das exportações brasileiras do setor.
Na avaliação do Presidente do Sindicato das Indústrias de Móveis de Madeira, Junco e Vime, Serrarias, Carpintarias, Tanoarias, Aglomerados e Chapas de Fibras de Madeira do município do Rio, Joaquim Gomes da Silva, o setor moveleiro fluminense está muito fraco. Ele indicou a necessidade de criação de um novo design, entre as falhas que reclamam ser corrigidas. Gomes da Silva acredita, entretanto, que o convênio firmado hoje “é o início de uma arrancada que o estado do Rio dará em direção ao crescimento”.
O estudo terá foco também no mercado externo, partindo dos competidores para que se tenha uma noção de quais serão os caminhos em termos de vantagens competitivas para o setor fluminense, revelou o Coordenador de Projetos da FGV, Sérgio Gustavo da Costa.
O Sebrae do estado já identificou a existência de 700 empresas moveleiras na capital, 50 em Petrópolis, 288 em Campos e Itaperuna, 141 em Duque de Caxias, na Baixada, 150 em Volta Redonda, e 150 em Niterói e Região dos Lagos. O Diretor-Superintendente do Sebrae/RJ, Paulo Maurício Castelo Branco, esclareceu que o diagnóstico que será obtido a partir da pesquisa vai apontar as ações que a entidade e suas parceiras (Firjan e Senai/RJ) deverão desenvolver para fortalecer a atividade no estado.
As experiências exitosas dos Arranjos Produtivos Locais (APLs) realizadas em Ubá, Minas Gerais, e Taubaté, São Paulo, poderão servir de base para a criação de pólos industriais de móveis no Rio de Janeiro, admitiu Castelo Branco. Sergio Gustavo da Costa acrescentou que as concentrações de empresas moveleiras já identificadas pelo Sebrae/RJ podem ser um elemento para gerar ganhos de competitividade para o setor fluminense.
Fonte: Agência Brasil – 22/03/2004
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