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Notícias
19
set
2009
(MADEIRA E PRODUTOS)
Preso homem que enterrou madeira para driblar fiscais
O empresário Marcos Antonio Dantas Forte, que em 2008 enterrou mais de 700 metros cúbicos de madeira no pátio de sua empresa para escapar da operação Arco de Fogo, em Tailândia, no Pará, foi preso na segunda-feira (14) pela Polícia Federal em Mossoró, no Rio Grande do Norte. O valor da madeira enterrada por Dantas foi calculado em R$ 108 mil. Todas as toras tinham sido serradas sem autorização e também não foram apresentados os Documentos de Origem Florestal (DOFs), exigidos para a comercialização de produtos florestais.
Além de ter sido denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por esse crime, por meio de ação do procurador da República Fernando Aguiar, Dantas também foi citado como um dos principais integrantes da quadrilha alvo da operação Ouro Verde, ação da PF e do MPF que resultou em prisões de madeireiros e servidores públicos em vários municípios da região amazônica nos anos de 2005 e 2007. Na operação Ouro Verde, foi descoberto que o bando de Dantas produzia as autorizações falsas em uma gráfica de Goiânia, e conseguia notas fiscais falsas com os servidores da Secretaria estadual da Fazenda do Pará, para o caso de apreensão da carga.
Outro integrante da quadrilha, o empresário Francisco Alves Vasconcelos, o Chico Baratão, foi preso no último dia 11 por determinação da Justiça Federal. Ex-prefeito de Tailândia, ele foi denunciado como sendo responsável pela criação de diversas empresas fantasmas para obtenção de autorizações para transporte de produtos florestais.
Além de ter sido denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por esse crime, por meio de ação do procurador da República Fernando Aguiar, Dantas também foi citado como um dos principais integrantes da quadrilha alvo da operação Ouro Verde, ação da PF e do MPF que resultou em prisões de madeireiros e servidores públicos em vários municípios da região amazônica nos anos de 2005 e 2007. Na operação Ouro Verde, foi descoberto que o bando de Dantas produzia as autorizações falsas em uma gráfica de Goiânia, e conseguia notas fiscais falsas com os servidores da Secretaria estadual da Fazenda do Pará, para o caso de apreensão da carga.
Outro integrante da quadrilha, o empresário Francisco Alves Vasconcelos, o Chico Baratão, foi preso no último dia 11 por determinação da Justiça Federal. Ex-prefeito de Tailândia, ele foi denunciado como sendo responsável pela criação de diversas empresas fantasmas para obtenção de autorizações para transporte de produtos florestais.
Fonte: Estadão Online
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