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Notícias
18
set
2009
(PAPEL E CELULOSE)
Celulose pode subir de novo por dólar fraco
Os preços da celulose de fibra curta poderão ser reajustados novamente no curtíssimo prazo, sobretudo agora que o dólar flerta com a barreira de R$ 1,80, sustentados ainda pela manutenção da demanda chinesa e por sinais de recuperação no mercado europeu de papéis.
O pequeno ganho real dos preços em 2009, na esteira de quatro aumentos de preços que em grande parte apenas repuseram a variação cambial, abriria margem para novo anúncio, conforme especialistas, mantidas as condições atuais de câmbio e recuperação de demanda. A aposta é a de que novo aumento, de até US$ 40 por tonelada, seja anunciado no quarto trimestre.
Em relatório desta quarta-feira, a corretora Itaú elevou os preços médios estimados para a matéria-prima em 2010 e 2011, devido aos baixos estoques, forte demanda chinesa e oferta adicional limitada de celulose até 2013. Para este ano, a expectativa é de mais um reajuste, de US$ 40 por tonelada.
Para o próximo ano, a expectativa do Itaú é de cotação média de US$ 640 por tonelada, ante US$ 595 por tonelada anteriormente. Para 2011, a previsão passou de US$ 630 para US$ 690 por tonelada. O Itaú, que elevou a recomendação para as ações da Fibria para "outperform" (acima da média do mercado), também pondera acerca do aspecto negativo do real valorizado para as empresas brasileiras, uma vez que reduz a competitividade.
Relatório da Banif Securities do início da semana destaca que uma newsletter setorial estrangeira, o Market Pulp Monthly, aponta que os preços da celulose "provavelmente subirão em outubro".
Na China, afirmam especialistas, os números de julho mostraram leve desaceleração frente ao apurado nos meses anteriores, quando o país asiático garantiu forte incremento nos volumes de celulose exportados pelo Brasil.
Ainda assim, os estoques não foram integralmente recompostos e o mercado interno de papel e cartões segue em rota ascendente, criando nova demanda por celulose de mercado. Na Europa, os sinais são de um provável início de recuperação dos preços dos papéis, um importante condutor para as cotações da matéria-prima. No início deste mês, entrou em vigor o quarto aumento de preços do ano para a fibra curta, da ordem de US$ 40 por tonelada.
Com o último aumento, o preço de referência da celulose na América do Norte subiu a US$ 650 por tonelada. Na Europa, a matéria-prima passou a ser vendida por US$ 600 por tonelada. Na China, o preço líquido passou a US$ 540 por tonelada. As cotações, no entanto, ainda estão longe do pico de US$ 840 por tonelada no mercado europeu registrado em meados de 2008.
O pequeno ganho real dos preços em 2009, na esteira de quatro aumentos de preços que em grande parte apenas repuseram a variação cambial, abriria margem para novo anúncio, conforme especialistas, mantidas as condições atuais de câmbio e recuperação de demanda. A aposta é a de que novo aumento, de até US$ 40 por tonelada, seja anunciado no quarto trimestre.
Em relatório desta quarta-feira, a corretora Itaú elevou os preços médios estimados para a matéria-prima em 2010 e 2011, devido aos baixos estoques, forte demanda chinesa e oferta adicional limitada de celulose até 2013. Para este ano, a expectativa é de mais um reajuste, de US$ 40 por tonelada.
Para o próximo ano, a expectativa do Itaú é de cotação média de US$ 640 por tonelada, ante US$ 595 por tonelada anteriormente. Para 2011, a previsão passou de US$ 630 para US$ 690 por tonelada. O Itaú, que elevou a recomendação para as ações da Fibria para "outperform" (acima da média do mercado), também pondera acerca do aspecto negativo do real valorizado para as empresas brasileiras, uma vez que reduz a competitividade.
Relatório da Banif Securities do início da semana destaca que uma newsletter setorial estrangeira, o Market Pulp Monthly, aponta que os preços da celulose "provavelmente subirão em outubro".
Na China, afirmam especialistas, os números de julho mostraram leve desaceleração frente ao apurado nos meses anteriores, quando o país asiático garantiu forte incremento nos volumes de celulose exportados pelo Brasil.
Ainda assim, os estoques não foram integralmente recompostos e o mercado interno de papel e cartões segue em rota ascendente, criando nova demanda por celulose de mercado. Na Europa, os sinais são de um provável início de recuperação dos preços dos papéis, um importante condutor para as cotações da matéria-prima. No início deste mês, entrou em vigor o quarto aumento de preços do ano para a fibra curta, da ordem de US$ 40 por tonelada.
Com o último aumento, o preço de referência da celulose na América do Norte subiu a US$ 650 por tonelada. Na Europa, a matéria-prima passou a ser vendida por US$ 600 por tonelada. Na China, o preço líquido passou a US$ 540 por tonelada. As cotações, no entanto, ainda estão longe do pico de US$ 840 por tonelada no mercado europeu registrado em meados de 2008.
Fonte: Portal Terra/Celulose Online
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