Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Firjan pretende incentivar a indústria fluminense de móveis
A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) promove hoje, dia 17 de março, às 14h, um workshop para lançamento do Diagnóstico da Indústria Moveleira no Estado do Rio de Janeiro. Durante o evento, será assinado um convênio entre a Firjan, o SENAI e o Sebrae.
O convênio é para contratação do Estudo da Indústria Moveleira no Estado do Rio de Janeiro, a ser realizado pela Fundação Getúlio Vargas.
Este diagnóstico servirá de base para nortear ações estratégicas que a Federação pretende desenvolver em favor do fortalecimento do setor, estimulando a formação de Arranjos Produtivos Locais (APLs) semelhantes aos que já funcionam nos pólos de Ubá (MG) e Bento Gonçalves (RS).
Durante o workshop, os participantes assistirão a três palestras sobre a questão da indústria de móveis no Brasil. A primeira, sobre o tema Tendências de Mercado e as outras duas sobre as experiências com o associativismo em Bento Gonçalves e sobre o Arranjo Produtivo Local de Ubá.
De acordo com os sindicatos das indústrias moveleiras do estado, o Rio tem hoje 1.479 empresas produtoras de móveis, que empregam 15.912 pessoas.
Setecentas destas indústrias estão localizadas na capital, enquanto a região de Campos/Itaperuna conta com 288 fábricas, Volta Redonda e Niterói/Região dos Lagos com 150 cada uma, Baixada Fluminense com 141 e Petrópolis com 50.
Por outro lado, o Rio é o segundo maior consumidor de móveis do Brasil, comprando de outros estados brasileiros, especialmente das grandes fábricas do Sul do país. Este quadro prejudica, em última instância, o consumidor fluminense, que compra produtos 12% mais caros em função dos custos de transporte das mercadorias. E ainda sofre graves problemas de reposição e assistência técnica por causa da distância dos fornecedores.
Fonte: Panorama Brasil – 19/03/2004
O convênio é para contratação do Estudo da Indústria Moveleira no Estado do Rio de Janeiro, a ser realizado pela Fundação Getúlio Vargas.
Este diagnóstico servirá de base para nortear ações estratégicas que a Federação pretende desenvolver em favor do fortalecimento do setor, estimulando a formação de Arranjos Produtivos Locais (APLs) semelhantes aos que já funcionam nos pólos de Ubá (MG) e Bento Gonçalves (RS).
Durante o workshop, os participantes assistirão a três palestras sobre a questão da indústria de móveis no Brasil. A primeira, sobre o tema Tendências de Mercado e as outras duas sobre as experiências com o associativismo em Bento Gonçalves e sobre o Arranjo Produtivo Local de Ubá.
De acordo com os sindicatos das indústrias moveleiras do estado, o Rio tem hoje 1.479 empresas produtoras de móveis, que empregam 15.912 pessoas.
Setecentas destas indústrias estão localizadas na capital, enquanto a região de Campos/Itaperuna conta com 288 fábricas, Volta Redonda e Niterói/Região dos Lagos com 150 cada uma, Baixada Fluminense com 141 e Petrópolis com 50.
Por outro lado, o Rio é o segundo maior consumidor de móveis do Brasil, comprando de outros estados brasileiros, especialmente das grandes fábricas do Sul do país. Este quadro prejudica, em última instância, o consumidor fluminense, que compra produtos 12% mais caros em função dos custos de transporte das mercadorias. E ainda sofre graves problemas de reposição e assistência técnica por causa da distância dos fornecedores.
Fonte: Panorama Brasil – 19/03/2004
Fonte:
Notícias em destaque
A árvore com a madeira mais resistente do mundo: quebracho-colorado (Schinopsis)
A árvore frequentemente apontada como a dona da madeira mais resistente do mundo é o quebracho, especialmente o quebracho-colorado,...
(GERAL)
Transformação digital ganha protagonismo na evolução sustentável da indústria florestal chilena
Integração de dados, inteligência artificial e modernização tecnológica despontam como fatores...
(TECNOLOGIA)
Para obter leituras precisas da umidade da madeira, é necessário utilizar o medidor e o método corretos
Para profissionais que dependem de medições de umidade para tomar decisões críticas, a precisão dos resultados...
(INTERNACIONAL)
Biomassa, compostagem e floresta: o que têm em comum?
A pergunta “biomassa, compostagem e floresta: o que têm em comum?” parece reunir temas de naturezas distintas. Na...
(BIOENERGIA)
Com 150 metros de comprimento e 3.500 m³ de madeira, os cogumelos gigantes se tornaram a maior estrutura de madeira do mundo em Sevilha
O panorama arquitetônico de Sevilha foi completamente transformado por uma das estruturas mais inovadoras de toda a Europa.
• 1A...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Rastreabilidade da madeira reforça credibilidade do setor florestal brasileiro
Exigência por comprovação de origem fortalece o uso de tecnologias que conectam a produção ao consumidor...
(GERAL)














