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Notícias
11
set
2009
(MATO GROSSO)
Setor quer selo para produtos florestais em Mato Grosso
Mato Grosso poderá contar, nos próximos anos, com um selo de origem para os produtos florestais. Por meio dele pretende-se permitir a identificação da matéria-prima extraída da floresta de forma legal bem como garantir ao consumidor dos produtos fabricados a partir da madeira, adquirir itens de procedência legal. A proposta está sendo discutida com representantes de base florestal e órgãos ambientais do Estado.
De acordo com o diretor executivo do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira em Mato Grosso (Cipem), Júlio Bachega, a intenção é que no próximo ano esteja funcionando. Mas para isto deve-se obedecer critérios e proporcionar um estudo detalhado acerca do tema.
“A intenção é valorizar o produto da floresta. Garantir a procedência deste produto que a indústria estará consumindo. Queremos é garantir que o selo venha de uma área certificada”, declarou, em entrevista ao Só Notícias. Para Bachega, a criação do novo selo resultará também na adoção de um novo sistema florestal – nos mesmos moldes do Sisflora – como forma de informatizar os dados, controlar a cadeia desde o plantio até a extração da madeira.
“Seria um sistema simples e que complementaria o Sisflora”, ponderou o representante. “A intenção é estabelecer junto com o setor não uma certificação mas um selo que garanta a procedência deste produto”, complementou.
Para o diretor executivo, a adoção de novos mecanismos para o setor de base florestal tende a auxiliar na quebra de paradigmas. Entre eles, o que diz ser o segmento madeireiro devastador da floresta. “O setor mantém preservado 2,1 milhões de hectares sobre a área de manejo em Mato Grosso. Queremos chegar a 2.9 milhões com meta de atingir 6 milhões”, salientou.
Em Mato Grosso algumas medidas já estão sendo adotadas como forma de utilizar madeira legal. Os órgãos das administrações públicas diretas e indiretas agora devem exigir a certificação ambiental daquilo que pretendam utilizar. A nova exigência é em atenção a lei aprovada na Assembleia Legislativa do Estado.
No entanto, o próprio setor reconhece a existência de empresas que não operam de forma legal, manchando a imagem daquelas que funcionam dentro da lei. “Hoje produzimos e consumimos em torno de 3.6 milhões de metros cúbicos de tora. Mas há uma imagem [negativa] sobre um percentual muito pequeno mas que incide sobre todos como se fossem ilegais”, finalizou Bachega.
De acordo com o diretor executivo do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira em Mato Grosso (Cipem), Júlio Bachega, a intenção é que no próximo ano esteja funcionando. Mas para isto deve-se obedecer critérios e proporcionar um estudo detalhado acerca do tema.
“A intenção é valorizar o produto da floresta. Garantir a procedência deste produto que a indústria estará consumindo. Queremos é garantir que o selo venha de uma área certificada”, declarou, em entrevista ao Só Notícias. Para Bachega, a criação do novo selo resultará também na adoção de um novo sistema florestal – nos mesmos moldes do Sisflora – como forma de informatizar os dados, controlar a cadeia desde o plantio até a extração da madeira.
“Seria um sistema simples e que complementaria o Sisflora”, ponderou o representante. “A intenção é estabelecer junto com o setor não uma certificação mas um selo que garanta a procedência deste produto”, complementou.
Para o diretor executivo, a adoção de novos mecanismos para o setor de base florestal tende a auxiliar na quebra de paradigmas. Entre eles, o que diz ser o segmento madeireiro devastador da floresta. “O setor mantém preservado 2,1 milhões de hectares sobre a área de manejo em Mato Grosso. Queremos chegar a 2.9 milhões com meta de atingir 6 milhões”, salientou.
Em Mato Grosso algumas medidas já estão sendo adotadas como forma de utilizar madeira legal. Os órgãos das administrações públicas diretas e indiretas agora devem exigir a certificação ambiental daquilo que pretendam utilizar. A nova exigência é em atenção a lei aprovada na Assembleia Legislativa do Estado.
No entanto, o próprio setor reconhece a existência de empresas que não operam de forma legal, manchando a imagem daquelas que funcionam dentro da lei. “Hoje produzimos e consumimos em torno de 3.6 milhões de metros cúbicos de tora. Mas há uma imagem [negativa] sobre um percentual muito pequeno mas que incide sobre todos como se fossem ilegais”, finalizou Bachega.
Fonte: Só Notícias
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