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Notícias
09
set
2009
(DESMATAMENTO)
Ministro prevê fim do desmatamento causado pela pecuária na Amazônia
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, disse que a implantação de um sistema de guia eletrônica georreferenciada desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) será de grande relevância para tornar possível que a pecuária deixe de desmatar na Amazônia.
“Tenho convicção de que, a partir da implantação de uma guia de trânsito eletrônica georreferenciada, poderemos começar a vislumbrar uma atividade pecuária sem desmatamento na Amazônia”, afirmou o ministro.
O monitoramento deve estar funcionando a partir de 1o de janeiro em uma área piloto do estado do Pará, e abrangerá uma área de 140 mil quilômetros quadrados. “Por meio dessa guia eletrônica será possível dar rapidez e, em tempo real, controlar a saída e a chegada de bois nas propriedades”, explicou Stephanes durante audiência pública realizada na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado.
“Pelo satélite localizaremos a fazenda e identificaremos, em intervalos de seis meses, se houve ou não desmatamento nessa propriedade. Caso tenha desmatado, a fazenda não receberá novamente a guia e com isso não poderá mais fornecer gado”, disse o ministro à Agência Brasil, após participar da audiência.
Stephanes lembrou que apesar de a pecuária ser individualmente a maior responsável pelos desmatamentos na região, há outras frentes de desmatamento que precisam ser combatidas. “Mas com esse rastreamento teremos condições de melhorar consideravelmente a situação”.
Segundo ele, o projeto será implantado sem a participação do Ministério do Meio Ambiente, uma vez que “a relação com a Pasta é difícil”.
Stephanes participou de audiência pública na Comissão de agricultura do Senado, na qual foi discutido o índice de produtividade rural. Também participou dos debates o engenheiro agrônomo e pesquisador da Embrapa Eliseu Alves.
“Tenho convicção de que, a partir da implantação de uma guia de trânsito eletrônica georreferenciada, poderemos começar a vislumbrar uma atividade pecuária sem desmatamento na Amazônia”, afirmou o ministro.
O monitoramento deve estar funcionando a partir de 1o de janeiro em uma área piloto do estado do Pará, e abrangerá uma área de 140 mil quilômetros quadrados. “Por meio dessa guia eletrônica será possível dar rapidez e, em tempo real, controlar a saída e a chegada de bois nas propriedades”, explicou Stephanes durante audiência pública realizada na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado.
“Pelo satélite localizaremos a fazenda e identificaremos, em intervalos de seis meses, se houve ou não desmatamento nessa propriedade. Caso tenha desmatado, a fazenda não receberá novamente a guia e com isso não poderá mais fornecer gado”, disse o ministro à Agência Brasil, após participar da audiência.
Stephanes lembrou que apesar de a pecuária ser individualmente a maior responsável pelos desmatamentos na região, há outras frentes de desmatamento que precisam ser combatidas. “Mas com esse rastreamento teremos condições de melhorar consideravelmente a situação”.
Segundo ele, o projeto será implantado sem a participação do Ministério do Meio Ambiente, uma vez que “a relação com a Pasta é difícil”.
Stephanes participou de audiência pública na Comissão de agricultura do Senado, na qual foi discutido o índice de produtividade rural. Também participou dos debates o engenheiro agrônomo e pesquisador da Embrapa Eliseu Alves.
Fonte: Pedro Peduzzi/ Agência Brasil
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