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Notícias
02
set
2009
(MADEIRA E PRODUTOS)
Polícia prende 18 acusados de desmatamento ilegal em MT
Quadrilha clonava notas fiscais para vender madeira. Rede de madeireiros devastou 250 km² no norte do estado.
A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, na manhã desta segunda-feira (31), 18 pessoas acusadas de integrar uma quadrilha que vendia madeira retirada ilegalmente da Amazônia. Segundo investigações, o grupo era especializado em clonar notas fiscais para conseguir vender produtos irregulares.
Entre os presos estão empresários, engenheiros florestais e fornecedores de notas fiscais frias. Outras pessoas ainda estão sendo procuradas. De acordo com o Ibama, a quadrilha devastou 250 km² de mata no município de Marcelândia, no norte do estado.
Segundo informações da polícia, as investigações tiveram início em abril deste ano a partir de denúncias de que cargas de madeira extraída ilegalmente saíam de Marcelândia com notas fiscais clonadas. Havia ainda informações de que empresas do município estariam comercializando “créditos virtuais” no Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora).
Desde o corte na floresta, a madeira extraída legalmente fica registrada neste sistema eletrônico sob a forma de créditos, como numa conta bancária. Cada transporte entre as empresas que compram e vendem a madeira precisa ser registrado no sistema e tem de ser feito acompanhado da guia. O método permite à fiscalização, por exemplo, determinar o volume legal exato que uma madeireira pode ter em seu pátio.
Por meio de fraudes no sistema, como a comercialização de créditos fictícios, é possível “esquentar” madeira extraída ilegalmente de áreas não autorizadas.
De acordo com a policia, a ação favorece o setor madeireiro de Marcelândia, uma vez que a maioria dos empresários locais já estão enquadrados nas normas ambientais.
A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, na manhã desta segunda-feira (31), 18 pessoas acusadas de integrar uma quadrilha que vendia madeira retirada ilegalmente da Amazônia. Segundo investigações, o grupo era especializado em clonar notas fiscais para conseguir vender produtos irregulares.
Entre os presos estão empresários, engenheiros florestais e fornecedores de notas fiscais frias. Outras pessoas ainda estão sendo procuradas. De acordo com o Ibama, a quadrilha devastou 250 km² de mata no município de Marcelândia, no norte do estado.
Segundo informações da polícia, as investigações tiveram início em abril deste ano a partir de denúncias de que cargas de madeira extraída ilegalmente saíam de Marcelândia com notas fiscais clonadas. Havia ainda informações de que empresas do município estariam comercializando “créditos virtuais” no Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora).
Desde o corte na floresta, a madeira extraída legalmente fica registrada neste sistema eletrônico sob a forma de créditos, como numa conta bancária. Cada transporte entre as empresas que compram e vendem a madeira precisa ser registrado no sistema e tem de ser feito acompanhado da guia. O método permite à fiscalização, por exemplo, determinar o volume legal exato que uma madeireira pode ter em seu pátio.
Por meio de fraudes no sistema, como a comercialização de créditos fictícios, é possível “esquentar” madeira extraída ilegalmente de áreas não autorizadas.
De acordo com a policia, a ação favorece o setor madeireiro de Marcelândia, uma vez que a maioria dos empresários locais já estão enquadrados nas normas ambientais.
Fonte: Globo Amazônia
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