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Notícias
29
ago
2009
(DESMATAMENTO)
Polícia Federal investiga crimes ambientais em Roraima
A Polícia Federal (PF) investiga crimes ambientais cometidos em municípios de Roraima. Um deles é Mucajaí, recentemente incluído na lista do Ministério do Meio Ambiente (MMA) que relaciona os maiores desmatadores da Amazônia. O município desmatou 1.490 quilômetros quadrados de 1997 a 2008. As informações são da Folha de Boa Vista.
Iracema e Caracaraí são outros municípios de Roraima onde vêm sendo feitas as investigações. O trabalho coordenado pela Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente e Patrimônio Histórico (Delemaph) da PF investiga os crimes em áreas de projetos de assentamentos, terras indígenas, unidades de conservação e outras regiões de interesse da União.
Segundo informações dadas à Folha pelo delegado titular da Delemaph, Alan Gonçalves, os crimes investigados têm mais relação com a queimada da vegetação para abertura de pasto do que com a extração ilegal da madeira.
O delegado afirma que ainda não tem conhecimento sobre a autoria dos crimes, mas garantiu que as pessoas identificadas cometendo os delitos serão autuadas. Ele também diz que não é possível definir qual a intensidade da extração ilegal de madeira, mas afirmou que o produto é destinado ao Amazonas e a serrarias instaladas nos próprios municípios.
"Por isso, este tipo de crime concentra-se nas regiões Centro e Sul do Estado, para facilitar o escoamento da madeira. O trânsito do produto tem que ser o menor possível, para não levantar suspeita. Na área Norte, é mais difícil extrair madeira em razão da dificuldade natural", explicou.
Gonçalves lembrou que o desmatamento em Mucajaí pode ser explicado em parte pelo crescimento do seu número de projetos de assentamentos, e não necessariamente devido a crimes ambientais. Os assentados podem desmatar legalmente até 20% de seus lotes.
Iracema e Caracaraí são outros municípios de Roraima onde vêm sendo feitas as investigações. O trabalho coordenado pela Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente e Patrimônio Histórico (Delemaph) da PF investiga os crimes em áreas de projetos de assentamentos, terras indígenas, unidades de conservação e outras regiões de interesse da União.
Segundo informações dadas à Folha pelo delegado titular da Delemaph, Alan Gonçalves, os crimes investigados têm mais relação com a queimada da vegetação para abertura de pasto do que com a extração ilegal da madeira.
O delegado afirma que ainda não tem conhecimento sobre a autoria dos crimes, mas garantiu que as pessoas identificadas cometendo os delitos serão autuadas. Ele também diz que não é possível definir qual a intensidade da extração ilegal de madeira, mas afirmou que o produto é destinado ao Amazonas e a serrarias instaladas nos próprios municípios.
"Por isso, este tipo de crime concentra-se nas regiões Centro e Sul do Estado, para facilitar o escoamento da madeira. O trânsito do produto tem que ser o menor possível, para não levantar suspeita. Na área Norte, é mais difícil extrair madeira em razão da dificuldade natural", explicou.
Gonçalves lembrou que o desmatamento em Mucajaí pode ser explicado em parte pelo crescimento do seu número de projetos de assentamentos, e não necessariamente devido a crimes ambientais. Os assentados podem desmatar legalmente até 20% de seus lotes.
Fonte: Amazônia.org.br
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