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Notícias
26
ago
2009
(MEIO AMBIENTE)
País precisa estimular o uso de madeira sustentável da Amazônia
Para proteger a floresta amazônica o Brasil precisa estimular o uso sustentável da madeira na Amazônia, principalmente na construção civil, um dos setores que mais utiliza madeira. Essa é a opinião de Claudio Maretti, do WWF Brasil, um dos debatedores do 2º Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável, que ocorreu terça (24) em São Paulo.
Durante o simpósio, especialistas discutiram e apresentaram propostas para tornar o setor da construção civil mais sustentável. Os palestrantes buscaram mostrar qual o papel do setor nas mudanças climáticas e no desmatamento da Amazônia.
Segundo o pesquisador da USP Vanderley John, em termos de participação nas emissões do desmatamento da Amazônia, a construção civil não consome mais do que 1% do que é emitido. "Entretanto, o setor financia o processo, viabiliza o negócio da devastação, já que é a ponta da cadeia".
John acredita que o setor precisa diminuir entre cinco e dez vezes sua emissão de CO2, e que para isso é preciso inovar. Mas o pesquisador ressalta que não se tem métricas ainda para a área. "Não sabemos a pegada de C02 do setor, logo ainda não é possível traçar metas".
Maretti concorda com essa visão. "A principal responsável pelo desmatamento da Amazônia é sem dúvida a grilagem, mas quem abre caminho para a ilegalidade é a exploração irregular de madeira".
Para Maretti, a melhor forma de proteger a floresta é com o uso da madeira sustentável da Amazônia. "A Amazônia é metade do Brasil. Cerca de 17% dela está desmatada, 22% são Terras Indígenas, e outros 10% nós gostaríamos que fossem Unidades de Conservação. E o restante? Para manter o restante da Amazônia, é preciso o uso sustentável", explica o pesquisador, que defende o desmatamento zero não apenas na Amazônia, mas em todos os biomas do Brasil.
Evento
Durante o simpósio, foi lançado o relatório "Avaliação de políticas públicas para a redução de emissão de gases de efeito estufa em edificações", produzido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), um levantamento de dados mundiais sobre políticas eco eficientes para o setor de construção civil. Além disso, durante o debate palestrantes apresentaram propostas de inovação e "Green Buildings".
O evento foi organizado pelo Conselho Brasileiro de Construção Sustentável.
Durante o simpósio, especialistas discutiram e apresentaram propostas para tornar o setor da construção civil mais sustentável. Os palestrantes buscaram mostrar qual o papel do setor nas mudanças climáticas e no desmatamento da Amazônia.
Segundo o pesquisador da USP Vanderley John, em termos de participação nas emissões do desmatamento da Amazônia, a construção civil não consome mais do que 1% do que é emitido. "Entretanto, o setor financia o processo, viabiliza o negócio da devastação, já que é a ponta da cadeia".
John acredita que o setor precisa diminuir entre cinco e dez vezes sua emissão de CO2, e que para isso é preciso inovar. Mas o pesquisador ressalta que não se tem métricas ainda para a área. "Não sabemos a pegada de C02 do setor, logo ainda não é possível traçar metas".
Maretti concorda com essa visão. "A principal responsável pelo desmatamento da Amazônia é sem dúvida a grilagem, mas quem abre caminho para a ilegalidade é a exploração irregular de madeira".
Para Maretti, a melhor forma de proteger a floresta é com o uso da madeira sustentável da Amazônia. "A Amazônia é metade do Brasil. Cerca de 17% dela está desmatada, 22% são Terras Indígenas, e outros 10% nós gostaríamos que fossem Unidades de Conservação. E o restante? Para manter o restante da Amazônia, é preciso o uso sustentável", explica o pesquisador, que defende o desmatamento zero não apenas na Amazônia, mas em todos os biomas do Brasil.
Evento
Durante o simpósio, foi lançado o relatório "Avaliação de políticas públicas para a redução de emissão de gases de efeito estufa em edificações", produzido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), um levantamento de dados mundiais sobre políticas eco eficientes para o setor de construção civil. Além disso, durante o debate palestrantes apresentaram propostas de inovação e "Green Buildings".
O evento foi organizado pelo Conselho Brasileiro de Construção Sustentável.
Fonte: Amazônia.org.br
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