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Notícias
21
ago
2009
(BIOENERGIA)
Empresa espanhola que produzir energia renovável no Pará
A empresa espanhola Helio Solar, especialista em energia, está prospectando mercado e parceiros no Pará, com o fim de montar aqui uma planta de produção de energia renovável (no caso, fotovoltaica). A Helio Solar enviou ao Brasil a consultora Pilar Mairal Medina, da empresa Pascual, Presa & Associados, que na manhã de quinta-feira (13) se reunirão com representantes do governo estadual e especialistas em energia no auditório da Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia (Sedect).
A consultora Pilar Mairal falou sobre as atividades da Helio Solar na Espanha, com mais de mil projetos na região da Andaluzia e de Madri, muitos para prefeituras e empreendimentos privados. Pilar Mairal informou ainda que a Helio Solar já desenvolve projetos na Itália, e prospecta possibilidades no Pará pelas condições especiais de produção de energia verificadas no Estado.
O governo paraense, por meio da Sedect e do Departamento de Comércio Exterior (Dcomex) levou para a reunião especialistas em energia e outras áreas, para se obter um painel geral das condições de instalação de uma empresa do segmento energético em Belém.
O professor da Universidade Federal do Pará, João Pinho, também coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Energia, narrou experiências com energias alternativas no Pará, e mencionou os vários grupos que pesquisam o tema na UFPA.
O professor Estanislau Luczynski, presidente da estatal paraense Gás do Pará, fez uma demonstração entre a energia e a base produtiva do Pará, constatando que a hidroenergia (a partir de hidrelétricas) e o carvão vegetal (com resíduos de floresta, floresta nativa ou plantada) ainda ocupam posição determinante na atividade industrial, com grave prejuízo ao meio ambiente.
Infraestrutura
Cláudio Conde, diretor de Inovação e Transferência Tecnológica da Sedect, detalhou como o Pará é um dos maiores produtores de energia do país, e que, até pelo tamanho do Estado e das grandes distâncias, há sempre espaço para novas alternativas, "até porque as hidrelétricas, por exemplo, também têm um fim".
Conde também falou da infraestrutura estadual para receber projetos como a que a Helio Solar prospecta, como a construção de três parques de ciência e tecnologia pelo governo paraense (o PCT Guamá, em Belém, o Tocantins, em Marabá, e o Tapajós, em Santarém).
"Um dos focos de pesquisa do PCT Guamá é exatamente a energia, onde já temos em estágio avançado de instalação um laboratório do Ceamazon", informou Conde.
A consultora Pilar Mairal Medina achou muito interessantes todas as condições, inclusive ao saber, pela coordenadora do Dcomex, Fátima Gonçalves, da nova lei de incentivos do Estado, que cria excelentes condições para novos projetos, sobretudo na área do desenvolvimento de tecnologias. Ela também elogiou o fato de o Pará dispor de toda a matéria-prima para a produção das placas e painéis para produzir energia fotovoltaica (basicamente, silício).
Pilar informou que os parceiros pretendidos pela Helio Solar são principalmente nas áreas da engenharia e de investimentos e que, ao retornar à Espanha, após reunião com a direção da empresa, agendará nova visita ao Pará, já com um representante da Helio. Ela estava acompanhada do professor Miguel Andarilla, do departamento de energia da Universidade de Madri.
A consultora Pilar Mairal falou sobre as atividades da Helio Solar na Espanha, com mais de mil projetos na região da Andaluzia e de Madri, muitos para prefeituras e empreendimentos privados. Pilar Mairal informou ainda que a Helio Solar já desenvolve projetos na Itália, e prospecta possibilidades no Pará pelas condições especiais de produção de energia verificadas no Estado.
O governo paraense, por meio da Sedect e do Departamento de Comércio Exterior (Dcomex) levou para a reunião especialistas em energia e outras áreas, para se obter um painel geral das condições de instalação de uma empresa do segmento energético em Belém.
O professor da Universidade Federal do Pará, João Pinho, também coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Energia, narrou experiências com energias alternativas no Pará, e mencionou os vários grupos que pesquisam o tema na UFPA.
O professor Estanislau Luczynski, presidente da estatal paraense Gás do Pará, fez uma demonstração entre a energia e a base produtiva do Pará, constatando que a hidroenergia (a partir de hidrelétricas) e o carvão vegetal (com resíduos de floresta, floresta nativa ou plantada) ainda ocupam posição determinante na atividade industrial, com grave prejuízo ao meio ambiente.
Infraestrutura
Cláudio Conde, diretor de Inovação e Transferência Tecnológica da Sedect, detalhou como o Pará é um dos maiores produtores de energia do país, e que, até pelo tamanho do Estado e das grandes distâncias, há sempre espaço para novas alternativas, "até porque as hidrelétricas, por exemplo, também têm um fim".
Conde também falou da infraestrutura estadual para receber projetos como a que a Helio Solar prospecta, como a construção de três parques de ciência e tecnologia pelo governo paraense (o PCT Guamá, em Belém, o Tocantins, em Marabá, e o Tapajós, em Santarém).
"Um dos focos de pesquisa do PCT Guamá é exatamente a energia, onde já temos em estágio avançado de instalação um laboratório do Ceamazon", informou Conde.
A consultora Pilar Mairal Medina achou muito interessantes todas as condições, inclusive ao saber, pela coordenadora do Dcomex, Fátima Gonçalves, da nova lei de incentivos do Estado, que cria excelentes condições para novos projetos, sobretudo na área do desenvolvimento de tecnologias. Ela também elogiou o fato de o Pará dispor de toda a matéria-prima para a produção das placas e painéis para produzir energia fotovoltaica (basicamente, silício).
Pilar informou que os parceiros pretendidos pela Helio Solar são principalmente nas áreas da engenharia e de investimentos e que, ao retornar à Espanha, após reunião com a direção da empresa, agendará nova visita ao Pará, já com um representante da Helio. Ela estava acompanhada do professor Miguel Andarilla, do departamento de energia da Universidade de Madri.
Fonte: Agência Pará
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