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Notícias
18
ago
2009
(QUEIMADAS)
Queimadas avançam em MT; 620 focos em apenas 24 horas
Queimar em Mato Grosso está proibido por decreto ambiental. Mas, pelo visto, isso não tem surtido muitos efeitos. Em apenas 24 horas, no intervalo entre domingo e segunda-feira, foram registrados 620 focos de calor no Estado. Os dados do sistema de Monitoramento de Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) colocam o Estado em segunda posição no ranking, só perdendo para o Pará, que registrou 743 focos no mesmo período.
Somente no primeiro mês do período proibitivo para qualquer tipo de queimada, foram cerca de 4,5 mil focos, segundo informações do Comitê de Gestão do Fogo, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente. A data de alerta vai até o dia 15 de setembro. “Ainda assim percebemos uma queda de 5% em relação ao mesmo período do ano passado. Este ano tivemos menos 300 focos de calor”, afirmou o coordenador do Comitê, coronel Alessandro Borges.
Um foco de calor não corresponde, necessariamente, a um ponto de queimada. O ponto de calor indica a existência de fogo que pode variar de 1 km x 1 km até 5 km x 4 km. Neste ponto da imagem identificada pelo satélite, pode haver uma ou várias queimadas distintas, que a indicação será de um único foco.
Outra possibilidade é de vários pontos da imagem, os chamados pixels, corresponder a uma única queimada, se ela for muito extensa. Para identificar a dimensão do estrago que o fogo causa somente com constatação in loco, segundo a Sema, já que a superposição das imagens dos satélites do Inpe não são capazes de dimensionar o tamanho da área que está queimando ou o tipo de vegetação afetada.
A responsabilidade cabe a 150 homens do Corpo de Bombeiros. “Em alguns municípios, com mais condições, contamos com a ajuda de brigadistas”, explicou o coronel Alessandro.
Em Cuiabá, 10 homens do projeto Quadrante reforçam a equipe de combate ao fogo. No primeiro mês de funcionamento, o disk-denúncia da prefeitura registrou 79 chamados, todos confirmados. Outros 181 casos de queimada no perímetro urbano foram registrados via 193, desde janeiro deste ano. A prática é proibida durante todo o ano, segundo lei municipal. “A limpeza de terreno, onde se armazena lixo ainda é a grande causa desses focos na cidade”, afirmou o major Márcio Paulo, coordenador do projeto Quadrante.
Somente no primeiro mês do período proibitivo para qualquer tipo de queimada, foram cerca de 4,5 mil focos, segundo informações do Comitê de Gestão do Fogo, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente. A data de alerta vai até o dia 15 de setembro. “Ainda assim percebemos uma queda de 5% em relação ao mesmo período do ano passado. Este ano tivemos menos 300 focos de calor”, afirmou o coordenador do Comitê, coronel Alessandro Borges.
Um foco de calor não corresponde, necessariamente, a um ponto de queimada. O ponto de calor indica a existência de fogo que pode variar de 1 km x 1 km até 5 km x 4 km. Neste ponto da imagem identificada pelo satélite, pode haver uma ou várias queimadas distintas, que a indicação será de um único foco.
Outra possibilidade é de vários pontos da imagem, os chamados pixels, corresponder a uma única queimada, se ela for muito extensa. Para identificar a dimensão do estrago que o fogo causa somente com constatação in loco, segundo a Sema, já que a superposição das imagens dos satélites do Inpe não são capazes de dimensionar o tamanho da área que está queimando ou o tipo de vegetação afetada.
A responsabilidade cabe a 150 homens do Corpo de Bombeiros. “Em alguns municípios, com mais condições, contamos com a ajuda de brigadistas”, explicou o coronel Alessandro.
Em Cuiabá, 10 homens do projeto Quadrante reforçam a equipe de combate ao fogo. No primeiro mês de funcionamento, o disk-denúncia da prefeitura registrou 79 chamados, todos confirmados. Outros 181 casos de queimada no perímetro urbano foram registrados via 193, desde janeiro deste ano. A prática é proibida durante todo o ano, segundo lei municipal. “A limpeza de terreno, onde se armazena lixo ainda é a grande causa desses focos na cidade”, afirmou o major Márcio Paulo, coordenador do projeto Quadrante.
Fonte: Diário de Cuiabá/ 24horasnews
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