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Notícias
10
ago
2009
(MADEIRA E PRODUTOS)
Ibama fecha rodovias para coibir entrada de madeira ilegal da Amazônia
O Ibama montou barreiras na BR-163 em Coxim (Norte) e BR-158 em Paranaíba (Nordeste) para coibir a entrada no Mato Grosso do Sul de madeira ilegal proveniente da região amazônica. A maior parte da madeira consumida no estado sai da região amazônica e grande parte entra no estado de maneira ilegal, segundo os fiscais do órgão.
Os fiscais do Ibama estão contando com suporte da Polícia Rodoviária Federal e a fiscalização está concentrada nos postos da PRF nestas duas localidades por serem entroncamentos importantes para barrar a entrada de caminhões e carretas que transportam madeira.
Até agora o Ibama apreendeu dois carregamentos de madeira que apresentaram excesso de carga sem o Documento de Origem Florestal. Em uma das apreensões foram retidos 48 metros cúbicos de madeira ilegal que ficará sob a guarda da Prefeitura de Coxim. A madeira é originária da região de Sinop, no Mato Grosso, e tinha como destino Campo Grande.
No Pará, duas aeronaves e um pelotão de choque da PM do estado engrossam a operação Boi Pirata II, para conter o desmatamento. Acessos à Floresta Nacional do Jamanxim foram bloqueados e equipes do Ibama, da PM e da Polícia Rodoviária Federal ocuparam a fazenda Barroso, que fica dentro da reserva e era usada para criação de gado, causando desmatamento.
A reserva da Floresta Nacional de Jamanxim é uma das áreas mais devastadas da Amazônia. Sua área total é de um milhão, trezentos e um mil e cento e vinte hectares. A criação, em 2006, chegou a ser contestada na Justiça por produtores rurais.
Na última quinta-feira, outra fazenda, a Modelo, com mais de 1.100 cabeças de cabo, foi embargada e multada. Foram notificadas ainda as fazendas Montes das Oliveiras e Vale do Boi, todas dentro da área da floresta.
Em Rondônia, a Operação Awina busca madeira ilegal retirada de reservas indígenas dos povos Suruís, Zorós e Cintas Largas, Numa secadora ilegal de madeira foram apreendidos 1.100 metros cúbicos de madeira serrada, o equivalentes a 45 carretas do tipo bi-trem carregadas, que estavam armazenadas sem autorização do órgão competente.
A carga, de 340 toras, era de madeira nobre, como Ipê, Maracatiara, Cedromara, Oiticica, Garapa, entre outras, escondidas em uma propriedade rural. Essas madeiras estavam camufladas com galhos de árvores.
Também em Rondônia, no fim de julho, foram apreendidos pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental 1,5 mil metros cúbicos de várias espécies de madeira, o equivalente a 60 caminhões do tipo "Julieta", no entorno do Parque Estadual Guajará-Mirim, entre os municípios de Nova Mamoré e Buritis. Foram encontradas espécies como Caxita, Jatobá e Jequitibá.
A operação no estado identificou inúmeras indústrias madeireiras fantasmas que "esquentam" produtos florestais de origem indígena.
Os fiscais do Ibama estão contando com suporte da Polícia Rodoviária Federal e a fiscalização está concentrada nos postos da PRF nestas duas localidades por serem entroncamentos importantes para barrar a entrada de caminhões e carretas que transportam madeira.
Até agora o Ibama apreendeu dois carregamentos de madeira que apresentaram excesso de carga sem o Documento de Origem Florestal. Em uma das apreensões foram retidos 48 metros cúbicos de madeira ilegal que ficará sob a guarda da Prefeitura de Coxim. A madeira é originária da região de Sinop, no Mato Grosso, e tinha como destino Campo Grande.
No Pará, duas aeronaves e um pelotão de choque da PM do estado engrossam a operação Boi Pirata II, para conter o desmatamento. Acessos à Floresta Nacional do Jamanxim foram bloqueados e equipes do Ibama, da PM e da Polícia Rodoviária Federal ocuparam a fazenda Barroso, que fica dentro da reserva e era usada para criação de gado, causando desmatamento.
A reserva da Floresta Nacional de Jamanxim é uma das áreas mais devastadas da Amazônia. Sua área total é de um milhão, trezentos e um mil e cento e vinte hectares. A criação, em 2006, chegou a ser contestada na Justiça por produtores rurais.
Na última quinta-feira, outra fazenda, a Modelo, com mais de 1.100 cabeças de cabo, foi embargada e multada. Foram notificadas ainda as fazendas Montes das Oliveiras e Vale do Boi, todas dentro da área da floresta.
Em Rondônia, a Operação Awina busca madeira ilegal retirada de reservas indígenas dos povos Suruís, Zorós e Cintas Largas, Numa secadora ilegal de madeira foram apreendidos 1.100 metros cúbicos de madeira serrada, o equivalentes a 45 carretas do tipo bi-trem carregadas, que estavam armazenadas sem autorização do órgão competente.
A carga, de 340 toras, era de madeira nobre, como Ipê, Maracatiara, Cedromara, Oiticica, Garapa, entre outras, escondidas em uma propriedade rural. Essas madeiras estavam camufladas com galhos de árvores.
Também em Rondônia, no fim de julho, foram apreendidos pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental 1,5 mil metros cúbicos de várias espécies de madeira, o equivalente a 60 caminhões do tipo "Julieta", no entorno do Parque Estadual Guajará-Mirim, entre os municípios de Nova Mamoré e Buritis. Foram encontradas espécies como Caxita, Jatobá e Jequitibá.
A operação no estado identificou inúmeras indústrias madeireiras fantasmas que "esquentam" produtos florestais de origem indígena.
Fonte: O Globo
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