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Notícias
06
ago
2009
(PAPEL E CELULOSE)
Papel e celulose ganha espaço na Ibovespa
O setor de papel e celulose, composto por Votorantim Celulose e Papel (VCP), Aracruz e Klabin, foi o que mais ganhou participação no Ibovespa, de acordo com a primeira prévia da carteira teórica divulgada pela BM&FBovespa. O setor, que tem 1,94% da carteira atual, passou a ter peso de 2,351%, um ganho de 0,411 ponto porcentual, segundo levantamento da Agência Estado.
O estudo foi feito considerando oito setores (bancos, siderurgia, telecomunicações, construção, energia, transportes, consumo e papel e celulose), que juntos representam 51 das 65 ações que compõe a carteira teórica.
O setor bancário foi o que mais perdeu participação. Juntos Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil e Banco Nossa Caixa, que têm fatia de 12,479% da carteira atual, tiveram sua representatividade reduzida em 0,624 ponto porcentual na primeira prévia, para 11,855%. A maior perda individual é de Itaú Unibanco PN, de 0,314 ponto porcentual.
No segmento de telecomunicações, haveria manutenção de peso caso não tivesse sido registrada a saída de Brasil Telecom Participações ON do Ibovespa. Na carteira atual, o setor representa 10 papéis, com participação de 4,888%. Na primeira prévia, são 9 ações, com 4,635%, ou queda de 0,253 ponto porcentual.
Em siderurgia, as cinco ações que fazem parte do índice tiveram o peso diminuído de 11,553% para 11,488%, apurando uma perda de 0,065 ponto porcentual.
Além do setor de papel e celulose, ganharam participação os segmentos de consumo (10 ações), transportes (5 ações) e energia (10 ações). Em consumo, o aumento foi de 0,166 ponto porcentual, a 8,285%. Em transporte, o ganho foi de 0,058 ponto porcentual, atingindo 3,941% na primeira prévia, e em energia o aumento foi de 0,178 ponto, a 7,259%.
Dentre todas as ações que compõe o índice, Petrobras PN foi a que perdeu maior participação. A ação, que tinha 16,605% do índice, teve sua representatividade reduzida em 1,377 ponto porcentual, enquanto Vale PNA, o segundo maior peso da carteira, foi elevada em 0,08 ponto, a 12,235%.
Petrobras ON teve seu peso reduzido em 0,023 ponto porcentual, a 3,318%, ao passo que Vale ON foi elevada em 0,025 ponto, a 3,471%.
O estudo foi feito considerando oito setores (bancos, siderurgia, telecomunicações, construção, energia, transportes, consumo e papel e celulose), que juntos representam 51 das 65 ações que compõe a carteira teórica.
O setor bancário foi o que mais perdeu participação. Juntos Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil e Banco Nossa Caixa, que têm fatia de 12,479% da carteira atual, tiveram sua representatividade reduzida em 0,624 ponto porcentual na primeira prévia, para 11,855%. A maior perda individual é de Itaú Unibanco PN, de 0,314 ponto porcentual.
No segmento de telecomunicações, haveria manutenção de peso caso não tivesse sido registrada a saída de Brasil Telecom Participações ON do Ibovespa. Na carteira atual, o setor representa 10 papéis, com participação de 4,888%. Na primeira prévia, são 9 ações, com 4,635%, ou queda de 0,253 ponto porcentual.
Em siderurgia, as cinco ações que fazem parte do índice tiveram o peso diminuído de 11,553% para 11,488%, apurando uma perda de 0,065 ponto porcentual.
Além do setor de papel e celulose, ganharam participação os segmentos de consumo (10 ações), transportes (5 ações) e energia (10 ações). Em consumo, o aumento foi de 0,166 ponto porcentual, a 8,285%. Em transporte, o ganho foi de 0,058 ponto porcentual, atingindo 3,941% na primeira prévia, e em energia o aumento foi de 0,178 ponto, a 7,259%.
Dentre todas as ações que compõe o índice, Petrobras PN foi a que perdeu maior participação. A ação, que tinha 16,605% do índice, teve sua representatividade reduzida em 1,377 ponto porcentual, enquanto Vale PNA, o segundo maior peso da carteira, foi elevada em 0,08 ponto, a 12,235%.
Petrobras ON teve seu peso reduzido em 0,023 ponto porcentual, a 3,318%, ao passo que Vale ON foi elevada em 0,025 ponto, a 3,471%.
Fonte: Último Segundo/Celulose Online
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