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Notícias
06
ago
2009
(BIOENERGIA)
Itaipu encabeça cooperativa inédita em agroenergia
Itaipu está encabeçando um projeto pioneiro no Brasil na área de agroenergia. É o Condomínio Cooperativo de Agroenergia para Agricultura Familiar, que vai utilizar dejetos suínos e bovinos de 41 pequenas propriedades na bacia do Rio Ajuricá, em Marechal Cândido Rondon, para produzir energia elétrica e fertilizante.
O projeto da Coordenadoria de Energias Renováveis de Itaipu tem parceria com o Parque Tecnológico Itaipu (PTI) e Itai, na produção de tecnologia, além da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado do Paraná, a Embrapa, o Iapar, a Emater e a Copel.
Segundo Kleber Vanolli, da Coordenadoria de Energias Renováveis, esses dejetos poderiam contaminar as águas do rio Ajuricá e chegar ao Lago de Itaipu. A cooperativa vai atingir, principalmente, pequenos produtores rurais, com produção de até 20 cabeças de gado ou 10 porcos. “Apenas cinco, das 41 propriedades, são de grande porte”, afirmou.
Cada propriedade vai receber um biodigestor para armazenar o metano gerado pelo esterco de porcos e gados. O gás é então canalizado por gasoduto para uma microcentral termoelétrica, que gera eletricidade. Por fim, a Copel compra a energia e alimenta sua rede de transmissão.
Outro subproduto dos dejetos é o biofertilizante que será utilizado como adubo nos cultivos da região – milho, soja, trigo e mandioca, por exemplo. De acordo com Kléber, o Iapar está fazendo um estudo para medir a qualidade desses fertilizantes.
O projeto da Coordenadoria de Energias Renováveis de Itaipu tem parceria com o Parque Tecnológico Itaipu (PTI) e Itai, na produção de tecnologia, além da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado do Paraná, a Embrapa, o Iapar, a Emater e a Copel.
Segundo Kleber Vanolli, da Coordenadoria de Energias Renováveis, esses dejetos poderiam contaminar as águas do rio Ajuricá e chegar ao Lago de Itaipu. A cooperativa vai atingir, principalmente, pequenos produtores rurais, com produção de até 20 cabeças de gado ou 10 porcos. “Apenas cinco, das 41 propriedades, são de grande porte”, afirmou.
Cada propriedade vai receber um biodigestor para armazenar o metano gerado pelo esterco de porcos e gados. O gás é então canalizado por gasoduto para uma microcentral termoelétrica, que gera eletricidade. Por fim, a Copel compra a energia e alimenta sua rede de transmissão.
Outro subproduto dos dejetos é o biofertilizante que será utilizado como adubo nos cultivos da região – milho, soja, trigo e mandioca, por exemplo. De acordo com Kléber, o Iapar está fazendo um estudo para medir a qualidade desses fertilizantes.
Fonte: Agência Brasileira de Notícias
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