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Notícias
21
jul
2009
(MÓVEIS)
Empresários reivindicam apoio a setor moveleiro
Empresários do setor moveleiro de Marco, município a 206 quilômetros de Fortaleza, se reuniram com o governador Cid Gomes na última sexta-feira, em Fortaleza, para elaborar um plano de apoio ao pólo de produção de móveis que funciona na região, onde já se encontram instaladas 29 empresas.
Entre as iniciativas que começaram a ser articuladas no final dessa semana, de acordo com o presidente do Sindmóveis (Sindicato das Indústrias do Mobiliário do Ceará), Júnior Osterne, está a construção de um Centro Tecnológico Moveleiro nos mesmos moldes da estrutura já instalada na região do Cariri, voltado para a indústria calçadista.
´Na reunião foi estipulado um prazo de 90 dias para que o Sebrae elabore um projeto de construção, que deverá ser submetido à aprovação do governador´, esclarece Osterne. Se for concretizado, o Centro Tecnológico vai reunir empresas e espaços para treinamento e apresentação de produtos.
O presidente do Sindmóveis também afirma que o incentivo ao desenvolvimento do setor inclui ações de incentivo fiscal para as empresas instaladas na cidade. ´Estamos trabalhando para que o Governo retire a substituição tributária de quatro insumos da indústria moveleira: madeira, tecidos e couros sintéticos para sofás, percinta e linhas de costura´.
Pesquisa
O presidente da Adece (Agência de Desenvolvimento do Ceará), Antônio Balhmann, adianta que uma pesquisa da Embrapa, com o objetivo de identificar os melhores tipos de árvores para a indústria moveleira de Marco, receberá financiamento do Estado para ser concluída. ´A intenção é fazer um levantamento sobre os tipos de árvores que mais se adequam à região e ao setor moveleiro´, afirma Balhmann.
Segundo o presidente do Sindmóveis, o projeto de pesquisa da Embrapa, cujo orçamento total é de R$ 445 mil, vinha sendo financiado pelo Banco do Nordeste e Instituto de Desenvolvimento Industrial da Fiec (Indi). O investimento do Governo do Estado para a conclusão dos estudos, de acordo com Osterne, é de R$ 212 mil.
Incentivo
´Além do interesse na valorização dessa indústria, é estratégia do Governo promover o desenvolvimento no interior, como é o caso do APL (Arranjo Produtivo Local) que há na cidade´, defende Balhmann, que estará em Marco esta semana para mais uma reunião com empresários do setor moveleiro. ´Na sexta-feira nós daremos continuidade a articulação, que já foi aprovada pelo governador na reunião com os empresários´, afirma o presidente da Adece.
Outra reivindicação feita pelos representantes do setor moveleiro daquele município é a instalação de uma unidade do Corpo de Bombeiros em Marco. Segundo Balhmann, muitas empresas da região não contam com seguro por conta da ausência de uma Brigada de Incêndio instalada no local.
Empregos
A indústria moveleira da cidade de Marco tem 29 empresas em funcionamento, que geram 1.700 empregos diretos e 5.100 indiretos. A indústria tem se destacado no cenário econômico do Estado, e tende a se fortalecer com a apresentação de reivindicações apresentadas em conjunto pelos empresários. Na última terça-feira, o governador Cid Gomes esteve na cidade para visitar empresas especializadas na fabricação de móveis.
Entre as iniciativas que começaram a ser articuladas no final dessa semana, de acordo com o presidente do Sindmóveis (Sindicato das Indústrias do Mobiliário do Ceará), Júnior Osterne, está a construção de um Centro Tecnológico Moveleiro nos mesmos moldes da estrutura já instalada na região do Cariri, voltado para a indústria calçadista.
´Na reunião foi estipulado um prazo de 90 dias para que o Sebrae elabore um projeto de construção, que deverá ser submetido à aprovação do governador´, esclarece Osterne. Se for concretizado, o Centro Tecnológico vai reunir empresas e espaços para treinamento e apresentação de produtos.
O presidente do Sindmóveis também afirma que o incentivo ao desenvolvimento do setor inclui ações de incentivo fiscal para as empresas instaladas na cidade. ´Estamos trabalhando para que o Governo retire a substituição tributária de quatro insumos da indústria moveleira: madeira, tecidos e couros sintéticos para sofás, percinta e linhas de costura´.
Pesquisa
O presidente da Adece (Agência de Desenvolvimento do Ceará), Antônio Balhmann, adianta que uma pesquisa da Embrapa, com o objetivo de identificar os melhores tipos de árvores para a indústria moveleira de Marco, receberá financiamento do Estado para ser concluída. ´A intenção é fazer um levantamento sobre os tipos de árvores que mais se adequam à região e ao setor moveleiro´, afirma Balhmann.
Segundo o presidente do Sindmóveis, o projeto de pesquisa da Embrapa, cujo orçamento total é de R$ 445 mil, vinha sendo financiado pelo Banco do Nordeste e Instituto de Desenvolvimento Industrial da Fiec (Indi). O investimento do Governo do Estado para a conclusão dos estudos, de acordo com Osterne, é de R$ 212 mil.
Incentivo
´Além do interesse na valorização dessa indústria, é estratégia do Governo promover o desenvolvimento no interior, como é o caso do APL (Arranjo Produtivo Local) que há na cidade´, defende Balhmann, que estará em Marco esta semana para mais uma reunião com empresários do setor moveleiro. ´Na sexta-feira nós daremos continuidade a articulação, que já foi aprovada pelo governador na reunião com os empresários´, afirma o presidente da Adece.
Outra reivindicação feita pelos representantes do setor moveleiro daquele município é a instalação de uma unidade do Corpo de Bombeiros em Marco. Segundo Balhmann, muitas empresas da região não contam com seguro por conta da ausência de uma Brigada de Incêndio instalada no local.
Empregos
A indústria moveleira da cidade de Marco tem 29 empresas em funcionamento, que geram 1.700 empregos diretos e 5.100 indiretos. A indústria tem se destacado no cenário econômico do Estado, e tende a se fortalecer com a apresentação de reivindicações apresentadas em conjunto pelos empresários. Na última terça-feira, o governador Cid Gomes esteve na cidade para visitar empresas especializadas na fabricação de móveis.
Fonte: Diário do Nordeste
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