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Notícias
21
jul
2009
(QUEIMADAS)
Bombeiros alertam para o risco de queimadas durante a seca
A seca começa a tomar conta da região Centro-Oeste do país. Com isso aumenta o risco de queimadas. No Parque Nacional das Emas, em Goiás, bombeiros e ambientalistas iniciam o preparo dos aceiros, que são barreiras usadas para evitar a propagação de incêndios.
Focos de incêndio são avistados no Parque Nacional das Emas. Mas esta é uma queimada controlada. Os brigadistas usam lança-chamas para colocar fogo na vegetação. Com abafadores, controlam a queimada para que ela não se espalhe. Quando a vegetação termina de queimar, jogam água para resfriar o terreno. Assim surgem os aceiros. São faixas de 50 metros se largura, sem vegetação, que vão funcionar como uma barreira natural contra o fogo.
Os brigadistas têm pressa. Eles precisam construir 350 quilômetros de aceiros em todo o parque. Agora, já não chove mais na região. A vegetação está seca e em caso de incêndio queima rápido.
Mas o período mais crítico está chegando. É entre agosto e setembro, quando venta forte e há uma grande incidência de raios. Os aceiros diminuem em 80% o as chances de incêndios.
O fogo fica restrito às áreas cercadas pelos aceiros. Essa é uma prevenção importante.
“Dessa forma protege-se o parque e evita-se que os animais fiquem sem alimentação e sem abrigo durante grandes períodos”, disse Marcus Cunha, diretor do Parque Nacional das Emas.
No parque vivem espécies ameaçadas de extinção. O Parque Nacional das Emas, que fica em Goiás e Mato Grosso do Sul, é tão importante para a conservação de plantas e animais que ganhou título de patrimônio natural da humanidade. Desde que esse trabalho de prevenção começou, há quase 15 anos, a reserva nunca mais teve toda sua área destruída pelo fogo.
"Em 1994, aconteceu um grande incêndio dentro da unidade. Naquele ano a gente não tinha o manejo do fogo. O fogo veio da parte norte e o vento muito rápido. Não deu tempo pra nada e o desespero foi geral, a destruição foi total dentro da unidade”, contou Ilton Pereira, brigadista.
O Parque Nacional das Emas é a maior reserva natural de cerrado do país.
Focos de incêndio são avistados no Parque Nacional das Emas. Mas esta é uma queimada controlada. Os brigadistas usam lança-chamas para colocar fogo na vegetação. Com abafadores, controlam a queimada para que ela não se espalhe. Quando a vegetação termina de queimar, jogam água para resfriar o terreno. Assim surgem os aceiros. São faixas de 50 metros se largura, sem vegetação, que vão funcionar como uma barreira natural contra o fogo.
Os brigadistas têm pressa. Eles precisam construir 350 quilômetros de aceiros em todo o parque. Agora, já não chove mais na região. A vegetação está seca e em caso de incêndio queima rápido.
Mas o período mais crítico está chegando. É entre agosto e setembro, quando venta forte e há uma grande incidência de raios. Os aceiros diminuem em 80% o as chances de incêndios.
O fogo fica restrito às áreas cercadas pelos aceiros. Essa é uma prevenção importante.
“Dessa forma protege-se o parque e evita-se que os animais fiquem sem alimentação e sem abrigo durante grandes períodos”, disse Marcus Cunha, diretor do Parque Nacional das Emas.
No parque vivem espécies ameaçadas de extinção. O Parque Nacional das Emas, que fica em Goiás e Mato Grosso do Sul, é tão importante para a conservação de plantas e animais que ganhou título de patrimônio natural da humanidade. Desde que esse trabalho de prevenção começou, há quase 15 anos, a reserva nunca mais teve toda sua área destruída pelo fogo.
"Em 1994, aconteceu um grande incêndio dentro da unidade. Naquele ano a gente não tinha o manejo do fogo. O fogo veio da parte norte e o vento muito rápido. Não deu tempo pra nada e o desespero foi geral, a destruição foi total dentro da unidade”, contou Ilton Pereira, brigadista.
O Parque Nacional das Emas é a maior reserva natural de cerrado do país.
Fonte: G1
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