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Notícias
13
jul
2009
(MEIO AMBIENTE)
Área habitável da Amazônia legal é de 13%, indica mapa
O percentual da área da Amazônia Legal que é plana e favorável à ocupação humana é de 13%, mostra um novo mapa produzido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O órgão divulgou ontem dados mais completos do relevo da região, permitindo identificar também com precisão as áreas em alto risco de inundação, que também somam 13% do total.
"Isso tem importância tanto sob o aspecto econômico quanto para definir políticas públicas de proteção às populações ribeirinhas", diz Trento Natali Filho, geógrafo da Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais do IBGE.
O estudo também revelou que 12% do território da Amazônia Legal tem relevo bastante acidentado e por isso é mais vulnerável à erosão, especialmente em terras desmatadas.
Esses fatores, segundo o IBGE, estão interligados: desmatamento favorece erosão, que, por sua vez, acelera inundações. Desde as últimas semanas, uma parte da região enfrenta grandes enchentes.
O levantamento do IBGE cobriu 775 municípios da Amazônia Legal em dez Estados (AC, AP, AM, MT, PA, RR, RO, TO, MA e GO). A área representa 59% do território brasileiro e abriga cerca de 20 milhões de habitantes.
"Isso tem importância tanto sob o aspecto econômico quanto para definir políticas públicas de proteção às populações ribeirinhas", diz Trento Natali Filho, geógrafo da Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais do IBGE.
O estudo também revelou que 12% do território da Amazônia Legal tem relevo bastante acidentado e por isso é mais vulnerável à erosão, especialmente em terras desmatadas.
Esses fatores, segundo o IBGE, estão interligados: desmatamento favorece erosão, que, por sua vez, acelera inundações. Desde as últimas semanas, uma parte da região enfrenta grandes enchentes.
O levantamento do IBGE cobriu 775 municípios da Amazônia Legal em dez Estados (AC, AP, AM, MT, PA, RR, RO, TO, MA e GO). A área representa 59% do território brasileiro e abriga cerca de 20 milhões de habitantes.
Fonte: FÁBIO GRELLET, da Folha de São Paulo, no Rio
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