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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Satélites vão vigiar o mogno da floresta
Satélites vão monitorar árvores de mogno e outras madeiras nobres existentes na região trinacional do Acre, Pando e Madre de Dios para determinar onde está cada uma delas e facilitar a realização do manejo florestal sem colocar a espécie em risco de extinção.
“Nessa região está uma das maiores concentrações de árvores de mogno e muitas outras espécies madeireiras de interesse comercial, mas nós estaremos fazendo um trabalho de monitoramento mais específico do mogno e para isso precisamos determinar uma área de preservação permanente como piloto da pesquisa”, explicou a pesquisadora Elza Mendoza, que é a coordenadora da mesa de desenvolvimento econômico do MAP, que compreende a região de Madre de Dios, Acre e Pando no Peru, Brasil e Bolívia, respectivamente.
Entidades internacionais vão financiar os U$ 100 mil necessários para comprar e instalar o equipamento que permitirá aos pesquisadores acompanhar o comportamento dessas árvores por um período de seis anos. Essa atividade será realizada em parceria com as universidades da região MAP e a floresta a ser estudada deverá ficar o mais próxima possível das fronteiras do Acre, Peru e Bolívia.
“Nesse trabalho o monitoramento não servirá apenas para vigiar o que se passa na floresta, mas, e sobretudo, criar padrões de utilização comercial dessas madeiras de um modo realmente sustentável por meio da maximização do aproveitamento dessa matéria prima”, afirma Elza.
A realização dessa pesquisa também permitirá fazer uma avaliação mais realista sobre o verdadeiro impacto que está sendo causado pelos vários sistemas de manejo que vem sendo aplicados em toda a região MAP. Tahuamanu deverá sediar pesquisa A recém-criada Estação Ecológica do Tahuamanu, situada na fronteira da Bolívia com o Peru e muito próxima de Assis Brasil, no Acre, deverá ser a base utilizada nesse estudo comparativo entre uma área de preservação permanente, rica em árvores de mogno, e as demais, que estão sendo exploradas comercialmente.
"Embora a estação do Tahuamanu tenha apenas 2,5 mil hectares, ela estará sendo ampliada para 25 mil hectares em poucos meses, por isso se prestará muito bem aos interesses dos pesquisadores”, afirmou Júlio Alberto Rojas Guaman, um dos técnicos da estação Guaman.
Fonte: Página 20 – 05/03/2004
“Nessa região está uma das maiores concentrações de árvores de mogno e muitas outras espécies madeireiras de interesse comercial, mas nós estaremos fazendo um trabalho de monitoramento mais específico do mogno e para isso precisamos determinar uma área de preservação permanente como piloto da pesquisa”, explicou a pesquisadora Elza Mendoza, que é a coordenadora da mesa de desenvolvimento econômico do MAP, que compreende a região de Madre de Dios, Acre e Pando no Peru, Brasil e Bolívia, respectivamente.
Entidades internacionais vão financiar os U$ 100 mil necessários para comprar e instalar o equipamento que permitirá aos pesquisadores acompanhar o comportamento dessas árvores por um período de seis anos. Essa atividade será realizada em parceria com as universidades da região MAP e a floresta a ser estudada deverá ficar o mais próxima possível das fronteiras do Acre, Peru e Bolívia.
“Nesse trabalho o monitoramento não servirá apenas para vigiar o que se passa na floresta, mas, e sobretudo, criar padrões de utilização comercial dessas madeiras de um modo realmente sustentável por meio da maximização do aproveitamento dessa matéria prima”, afirma Elza.
A realização dessa pesquisa também permitirá fazer uma avaliação mais realista sobre o verdadeiro impacto que está sendo causado pelos vários sistemas de manejo que vem sendo aplicados em toda a região MAP. Tahuamanu deverá sediar pesquisa A recém-criada Estação Ecológica do Tahuamanu, situada na fronteira da Bolívia com o Peru e muito próxima de Assis Brasil, no Acre, deverá ser a base utilizada nesse estudo comparativo entre uma área de preservação permanente, rica em árvores de mogno, e as demais, que estão sendo exploradas comercialmente.
"Embora a estação do Tahuamanu tenha apenas 2,5 mil hectares, ela estará sendo ampliada para 25 mil hectares em poucos meses, por isso se prestará muito bem aos interesses dos pesquisadores”, afirmou Júlio Alberto Rojas Guaman, um dos técnicos da estação Guaman.
Fonte: Página 20 – 05/03/2004
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