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Notícias
06
jul
2009
(MÓVEIS)
Abimóvel cobra solicitações do governo
O presidente da Abimóvel (Associação das Indústrias do Mobiliário), José Luiz Diaz Fernandez, apresentou na última terça-feira (30/6) as reivindicações que cercam o setor moveleiro – isenção de IPI e as exportações para a Argentina –, ao secretário de Comércio Exterior do (MDIC), Welber Barral. O presidente da entidade criticou a morosidade em se resolver estas pendências e esclareceu que a Abimóvel irá externar suas preocupações e insatisfações junto ao grande público formador de opinião. “O representante do MDIC solicitou um prazo de 10 dias para apresentar novas notícias às nossas negociações entre o governo brasileiro e argentino”, destacou Fernandez.
Barral informou que a isenção de IPI para móveis será reestudada entre os setores técnicos do governo – Ministério da Fazenda, Ministério do Planejamento e Casa Civil -, que verificarão os impactos econômicos que causarão na escala nacional. Segundo a Abimóvel, está sendo levada em conta a alta empregabilidade e a importância econômica do setor, bem como o impacto produtivo que a cadeia produz naturalmente.
Com relação às exportações para a Argentina, Barral solicitou um pequeno prazo para a definição do novo cenário político argentino que, após as eleições deste último final de semana, poderá sofrer alterações em seus quadros, o que poderá acarretar em novas negociações entre o governo brasileiro e argentino.
O secretário esclareceu ainda que a cobrança das taxas de legalização consular é uma atitude regularizada por meio de portaria interna argentina, que torna obrigatório a todos exportadores brasileiros apresentarem suas Licenças de Exportações aos consulados argentinos situados no Brasil. Tema que será discutido na próxima rodada de negociação entre os dois países marcada para os dias 14 e 15 de julho.
Barral informou que a isenção de IPI para móveis será reestudada entre os setores técnicos do governo – Ministério da Fazenda, Ministério do Planejamento e Casa Civil -, que verificarão os impactos econômicos que causarão na escala nacional. Segundo a Abimóvel, está sendo levada em conta a alta empregabilidade e a importância econômica do setor, bem como o impacto produtivo que a cadeia produz naturalmente.
Com relação às exportações para a Argentina, Barral solicitou um pequeno prazo para a definição do novo cenário político argentino que, após as eleições deste último final de semana, poderá sofrer alterações em seus quadros, o que poderá acarretar em novas negociações entre o governo brasileiro e argentino.
O secretário esclareceu ainda que a cobrança das taxas de legalização consular é uma atitude regularizada por meio de portaria interna argentina, que torna obrigatório a todos exportadores brasileiros apresentarem suas Licenças de Exportações aos consulados argentinos situados no Brasil. Tema que será discutido na próxima rodada de negociação entre os dois países marcada para os dias 14 e 15 de julho.
Fonte: Soma Comunicação
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