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Notícias
30
jun
2009
(MADEIRA E PRODUTOS)
Embrapa faz alerta sobre nova praga de eucalipto
A Embrapa Florestas divulgou ontem um alerta sobre uma nova praga de eucalipto que chega à região de Curitiba. O percevejo bronzeado (/Thaumastocoris peregrinus/), inseto nativo da Austrália, foi localizado em árvores de eucalipto na beira da Rodovia BR 277, já no perímetro urbano de Curitiba. O inseto tem se dispersado rapidamente e pode causar danos em plantios de eucalipto.
O percevejo bronzeado é um inseto sugador que, com sua alimentação, reduz a capacidade da árvore realizar fotossíntese. Dependendo da densidade populacional, pode desfolhar de forma parcial ou total a árvore, com a possibilidade de levá-la à morte. As folhas ficam com aspecto bronzeado e, progressivamente, o sintoma afeta toda a copa.
Segundo o pesquisador Leonardo Barbosa, da Embrapa Florestas, “estudos sobre esta espécie ainda são bem recentes no Brasil. Os primeiros casos de infestação datam de 2008 no Rio Grande do Sul e São Paulo”. Países como África do Sul, Zimbábue, Argentina e Uruguai também já registraram incidência da praga.
Só no Estado de São Paulo, são mais de 40 municípios que já detectaram o percevejo bronzeado, inclusive locais com plantios de eucalipto com fins comerciais. Neste estado, pesquisas indicam que a dispersão do inseto está seguindo o caminho das estradas por onde são transportadas as toras de eucalipto, possibilitando a ampliação do número de locais infestados. No Brasil, as espécies mais atingidas são o Eucalyptus camaldulensis e os clones híbridos de Eucalyptus urograndis.
Um projeto de amplitude nacional, coordenado pelo Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais – Ipef, com a participação da FCA/Unesp, Esalq/USP, Embrapa Florestas e Embrapa Meio Ambiente começa a estudar a dinâmica da praga e o desenvolvimento de estratégias para seu manejo integrado.
O percevejo bronzeado é um inseto sugador que, com sua alimentação, reduz a capacidade da árvore realizar fotossíntese. Dependendo da densidade populacional, pode desfolhar de forma parcial ou total a árvore, com a possibilidade de levá-la à morte. As folhas ficam com aspecto bronzeado e, progressivamente, o sintoma afeta toda a copa.
Segundo o pesquisador Leonardo Barbosa, da Embrapa Florestas, “estudos sobre esta espécie ainda são bem recentes no Brasil. Os primeiros casos de infestação datam de 2008 no Rio Grande do Sul e São Paulo”. Países como África do Sul, Zimbábue, Argentina e Uruguai também já registraram incidência da praga.
Só no Estado de São Paulo, são mais de 40 municípios que já detectaram o percevejo bronzeado, inclusive locais com plantios de eucalipto com fins comerciais. Neste estado, pesquisas indicam que a dispersão do inseto está seguindo o caminho das estradas por onde são transportadas as toras de eucalipto, possibilitando a ampliação do número de locais infestados. No Brasil, as espécies mais atingidas são o Eucalyptus camaldulensis e os clones híbridos de Eucalyptus urograndis.
Um projeto de amplitude nacional, coordenado pelo Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais – Ipef, com a participação da FCA/Unesp, Esalq/USP, Embrapa Florestas e Embrapa Meio Ambiente começa a estudar a dinâmica da praga e o desenvolvimento de estratégias para seu manejo integrado.
Fonte: Celulose Online
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