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Notícias
29
jun
2009
(PAPEL E CELULOSE)
China compra mais celulose brasileira
A China voltou a fabricar papel e os reflexos já começam a ser sentidos pelo Brasil, maior exportador de celulose de fibra curta do mundo. Nos cinco primeiros meses de 2009 as vendas da commodity para o país oriental aumentaram 27%, segundo os dados da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa). Como consequência dessa retomada da atividade chinesa as vendas de papel para o mesmo país despencaram 65,2%.
As projeções da Votorantim Celulose e Papel (VCP) apontam para o aumento da operação das máquinas de papel naquele país e com isso, destaca as importações chinesas de cerca de 3,8 milhões de toneladas de celulose no mesmo período. Boa parte dessa demanda foi suprida pelos estoques que estavam localizados em portos europeus, tanto que o volume restante nesses locais chegou ao nível mais baixo desde janeiro do ano passado.
Segundo o especialista do setor da Tendências Consultoria, esse nível mais baixo é o resultado da combinação entre a demanda chinesa e o fechamento de fábricas ou paradas comerciais no mundo todo que reduziram a produção em cerca de 5 milhões de toneladas.
"A China importou muita celulose no ano e isso é um indicativo de que os estoques estão repostos no País", disse ele. "Pode ser que tenhamos uma redução na importação chinesa no segundo trimestre, mas que será pontual, tanto que esperamos o aumento da produção de celulose no segundo semestre com a volta de fábricas que ficaram paradas para ajustar os estoques mundiais", completou ele.
Com este cenário, a VCP afirmou que espera estabelecer um novo recorde de vendas para o negócio de celulose, com a meta de atingir 470 mil toneladas apenas no segundo trimestre. Esse volume é 31% superior ao registrado nos três primeiros meses do ano.
Quanto aos preços, o cenário possibilitou aumento de preços para a commodity de fibra curta. Já em papel, a VCP acena com preços menores em função do câmbio e indica um cenário mais favorável ao mercado doméstico.
Na mesma está a Suzano. Segundo o seu diretor presidente, Antonio Maciel Neto, o mercado de papel está trabalhando em um patamar menor que o ano passado, mas está se recuperando aos poucos.
"O preço do papel chegou a ficar 24% menor em janeiro de 2009 [comparação com janeiro de 2008]. Melhorando a cada mês, mas ainda abaixo de 2008", disse o executivo. A Suzano mantém 50% da produção para exportação para a China.
As projeções da Votorantim Celulose e Papel (VCP) apontam para o aumento da operação das máquinas de papel naquele país e com isso, destaca as importações chinesas de cerca de 3,8 milhões de toneladas de celulose no mesmo período. Boa parte dessa demanda foi suprida pelos estoques que estavam localizados em portos europeus, tanto que o volume restante nesses locais chegou ao nível mais baixo desde janeiro do ano passado.
Segundo o especialista do setor da Tendências Consultoria, esse nível mais baixo é o resultado da combinação entre a demanda chinesa e o fechamento de fábricas ou paradas comerciais no mundo todo que reduziram a produção em cerca de 5 milhões de toneladas.
"A China importou muita celulose no ano e isso é um indicativo de que os estoques estão repostos no País", disse ele. "Pode ser que tenhamos uma redução na importação chinesa no segundo trimestre, mas que será pontual, tanto que esperamos o aumento da produção de celulose no segundo semestre com a volta de fábricas que ficaram paradas para ajustar os estoques mundiais", completou ele.
Com este cenário, a VCP afirmou que espera estabelecer um novo recorde de vendas para o negócio de celulose, com a meta de atingir 470 mil toneladas apenas no segundo trimestre. Esse volume é 31% superior ao registrado nos três primeiros meses do ano.
Quanto aos preços, o cenário possibilitou aumento de preços para a commodity de fibra curta. Já em papel, a VCP acena com preços menores em função do câmbio e indica um cenário mais favorável ao mercado doméstico.
Na mesma está a Suzano. Segundo o seu diretor presidente, Antonio Maciel Neto, o mercado de papel está trabalhando em um patamar menor que o ano passado, mas está se recuperando aos poucos.
"O preço do papel chegou a ficar 24% menor em janeiro de 2009 [comparação com janeiro de 2008]. Melhorando a cada mês, mas ainda abaixo de 2008", disse o executivo. A Suzano mantém 50% da produção para exportação para a China.
Fonte: DCI. Adaptado por Celulose Online.
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