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Notícias
21
jun
2009
(ECONOMIA)
PIB do Agronegócio tem queda de 0,53%
O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio registrou no primeiro trimestre de 2009 uma queda de 0,53%, segundo levantamento feito pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP). Este resultado, reflexo da crise mundial que atingiu vários setores da economia, segue trajetória de retração iniciada em outubro do ano passado, o que resultou em uma queda acumulada de 2,26% em seis meses. Em março, a variação do PIB ficou negativa pelo sexto mês consecutivo e fechou em -0,13%. 'Se o PIB continuar neste ritmo, não deverá crescer este ano', alertou a presidente da CNA, senadora Kátia Abreu.
Na sua avaliação, para que o setor tenha, em 2009, comportamento semelhante ao de 2008, quando a expansão foi de 6,97% e o PIB totalizou R$ 764,6 bilhões (26,46% do PIB Brasil), o agronegócio precisaria crescer a uma taxa mensal de pelo menos 0,80%. 'No entanto, isso é improvável, em um cenário de contração de crédito. Os segmentos mais afetados são os que normalmente demandam mais recursos', afirmou Kátia Abreu. Segundo a pesquisa da CNA e do Cepea, o quadro foi mais grave no segmento de insumos, que apresentou recuo de 1,16% nos primeiros três meses do ano, fator atribuído ao resultado negativo de 1,88% do setor de insumos agrícolas, que prejudicou também o agronegócio da agricultura, cuja taxa ficou negativa em 0,82%. Já o agronegócio da pecuária teve acréscimo de 0,17%, insuficiente para compensar as perdas na agricultura.
A retração de 0,77% observada na produção primária de janeiro a março também contribuiu para o comportamento do PIB. Novamente, a agricultura puxou o resultado para baixo, com queda de 1,90% nos primeiros três meses deste ano. Já na parte da pecuária, o segmento dentro da porteira teve variação positiva de 0,77% no acumulado de 2009, desempenho considerado modesto se comparado ao crescimento de 3,06% observado no mesmo período do ano passado. Outro setor que apresentou retração foi a da indústria (-0,18%), no qual a pecuária obteve o pior resultado, com variação negativa de 0,94%. O segmento de distribuição teve decréscimo de 0,42%.
Na sua avaliação, para que o setor tenha, em 2009, comportamento semelhante ao de 2008, quando a expansão foi de 6,97% e o PIB totalizou R$ 764,6 bilhões (26,46% do PIB Brasil), o agronegócio precisaria crescer a uma taxa mensal de pelo menos 0,80%. 'No entanto, isso é improvável, em um cenário de contração de crédito. Os segmentos mais afetados são os que normalmente demandam mais recursos', afirmou Kátia Abreu. Segundo a pesquisa da CNA e do Cepea, o quadro foi mais grave no segmento de insumos, que apresentou recuo de 1,16% nos primeiros três meses do ano, fator atribuído ao resultado negativo de 1,88% do setor de insumos agrícolas, que prejudicou também o agronegócio da agricultura, cuja taxa ficou negativa em 0,82%. Já o agronegócio da pecuária teve acréscimo de 0,17%, insuficiente para compensar as perdas na agricultura.
A retração de 0,77% observada na produção primária de janeiro a março também contribuiu para o comportamento do PIB. Novamente, a agricultura puxou o resultado para baixo, com queda de 1,90% nos primeiros três meses deste ano. Já na parte da pecuária, o segmento dentro da porteira teve variação positiva de 0,77% no acumulado de 2009, desempenho considerado modesto se comparado ao crescimento de 3,06% observado no mesmo período do ano passado. Outro setor que apresentou retração foi a da indústria (-0,18%), no qual a pecuária obteve o pior resultado, com variação negativa de 0,94%. O segmento de distribuição teve decréscimo de 0,42%.
Fonte: Portal do Agronegócio
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