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Notícias
14
jun
2009
(AQUECIMENTO GLOBAL)
China diz estar comprometida com sucesso de acordo climático
A China afirmou estar comprometida em fazer da reunião de Copenhague contra o aquecimento global deste ano um sucesso, emitindo uma nota positiva ao final da visita de dois dias a Pequim do enviado do presidente Barack Obama para o clima.
O ministro das Relações Exteriores, Qin Gang, deu poucos detalhes e reafirmou a insistência da China nas "responsabilidades comuns mas diferenciadas" sob as quais os países desenvolvidos como os Estados Unidos arcariam com a maior parte da responsabilidade pela redução nas emissões de gases estufa.
No entanto, Qin relatou as conversas entre o enviado de Obama, Todd Stern, e as autoridades chinesas, incluindo o vice-primeiro-ministro, Li Keqiang, como construtivas, possivelmente indicando um momento positivo para um acordo entre as duas nações.
Os dois lados concordaram em "pressionar na reunião de Copenhagen por resultados positivos", disse Qin.
Até o momento, autoridades norte-americanas falharam em chegar a um consenso com a China para a redução das emissões de carbono. O país rejeitou as propostas dos Estados Unidos e da Austrália para a redução de seus níveis de emissão, negando também as demandas por diminuições em países em desenvolvimento, chamando-as de "pouco realistas".
Stern não fez nenhum comentário público durante a visita, embora o Secretário Assistente de Energia dos EUA, David Sandalow, tenha dito na segunda-feira, 8, que as conversas foram "frutíferas e produtivas", enquanto apontou que ainda há pontos a serem superados na agenda climática.
"A China pode e vai precisar fazer muito mais se o mundo vai ter qualquer esperança de conter o aquecimento global", afirmou.
O ministro das Relações Exteriores, Qin Gang, deu poucos detalhes e reafirmou a insistência da China nas "responsabilidades comuns mas diferenciadas" sob as quais os países desenvolvidos como os Estados Unidos arcariam com a maior parte da responsabilidade pela redução nas emissões de gases estufa.
No entanto, Qin relatou as conversas entre o enviado de Obama, Todd Stern, e as autoridades chinesas, incluindo o vice-primeiro-ministro, Li Keqiang, como construtivas, possivelmente indicando um momento positivo para um acordo entre as duas nações.
Os dois lados concordaram em "pressionar na reunião de Copenhagen por resultados positivos", disse Qin.
Até o momento, autoridades norte-americanas falharam em chegar a um consenso com a China para a redução das emissões de carbono. O país rejeitou as propostas dos Estados Unidos e da Austrália para a redução de seus níveis de emissão, negando também as demandas por diminuições em países em desenvolvimento, chamando-as de "pouco realistas".
Stern não fez nenhum comentário público durante a visita, embora o Secretário Assistente de Energia dos EUA, David Sandalow, tenha dito na segunda-feira, 8, que as conversas foram "frutíferas e produtivas", enquanto apontou que ainda há pontos a serem superados na agenda climática.
"A China pode e vai precisar fazer muito mais se o mundo vai ter qualquer esperança de conter o aquecimento global", afirmou.
Fonte: Estadão Online
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