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Notícias
08
jun
2009
(DESMATAMENTO)
Combater desmatamento é mais eficiente que sequestro de carbono
Uma nova pesquisa do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP) revelou o que alguns ambientalistas já vinham dizendo por algum tempo: Parar com o desmatamento, restaurar áreas e solos orgânicos e praticar técnicas agrícolas mais sustentáveis, são maneiras mais promissórias de se combater as mudanças climáticas. Isso sem contar que também são mais baratas do que investir bilhões de dólares em seqüestro de carbono e no armazenamento em usinas de energia.
Achim Steiner, diretor executivo do programa, diz que a comunidade internacional está desconsiderando um método já testado de armazenar carbono que tem funcionado por milênios.
Steiner acrescenta também que os sistemas vivos da Terra podem ser capazes de sequestrar mais de 50 Gigatoneladas (Gt) de carbono durante as próximas décadas. O estudo também revela que florestas tropicais e a agricultura devem ser prioridade, ao se falar em manejo de carbono de ecossistemas.
Reduzir as taxas de desmatamento em 50% até 2050 e então mantê-las iguais até pelo menos 2010, evitaria a emissão equivalente à 12% das emissões necessárias para manter os níveis de concentração de CO2 abaixo de 450ppm.
O estudo aponta também que as florestas temperadas na América do Norte e na Europa tem expandido nos últimos anos, armazenando atualmente na Europa cerca de 7 à 12% das emissões. Esta expansão deve ser incentivada para aumentar o sequestro de carbono.
Além disso, o estudo também aponta que o setor agrícola pode se tornar neutro em relação às suas emissões de carbono até 2030 se práticas de manejo sustentável forem adotadas em massa. Isso evitaria a emissão de 2 Gt de carbono.
Em termos financeiros, o estudo estima que o armazenamento do carbono nos solos, como no caso de pastagens e no cultivo de plantações, custam em torno de R$10,00 à R$20,00 por tonelada de carbono. Já a estocagem do gás em usinas de energia pode custar de R$ 40,00 à R$500,00.
Achim Steiner, diretor executivo do programa, diz que a comunidade internacional está desconsiderando um método já testado de armazenar carbono que tem funcionado por milênios.
Steiner acrescenta também que os sistemas vivos da Terra podem ser capazes de sequestrar mais de 50 Gigatoneladas (Gt) de carbono durante as próximas décadas. O estudo também revela que florestas tropicais e a agricultura devem ser prioridade, ao se falar em manejo de carbono de ecossistemas.
Reduzir as taxas de desmatamento em 50% até 2050 e então mantê-las iguais até pelo menos 2010, evitaria a emissão equivalente à 12% das emissões necessárias para manter os níveis de concentração de CO2 abaixo de 450ppm.
O estudo aponta também que as florestas temperadas na América do Norte e na Europa tem expandido nos últimos anos, armazenando atualmente na Europa cerca de 7 à 12% das emissões. Esta expansão deve ser incentivada para aumentar o sequestro de carbono.
Além disso, o estudo também aponta que o setor agrícola pode se tornar neutro em relação às suas emissões de carbono até 2030 se práticas de manejo sustentável forem adotadas em massa. Isso evitaria a emissão de 2 Gt de carbono.
Em termos financeiros, o estudo estima que o armazenamento do carbono nos solos, como no caso de pastagens e no cultivo de plantações, custam em torno de R$10,00 à R$20,00 por tonelada de carbono. Já a estocagem do gás em usinas de energia pode custar de R$ 40,00 à R$500,00.
Fonte: Ambiente Brasil
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