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Notícias
04
jun
2009
(QUEIMADAS)
Com estrutura insuficiente, bombeiros querem parcerias para combater queimadas
O início do período de estiagem já evidencia uma preocupação para as autoridades em Sinop: as queimadas urbanas. Para este ano, grande parte das ocorrências desta natureza são esperadas para este mês e também julho e agosto. Parcerias devem ser estabelecidas com foco a trabalhar na orientação, prevenção, fiscalização, bem como o combate.
Segundo o comandante do 4º Batalhão de Bombeiros em Sinop, tenente-coronel Júlio César Rodrigues, bombeiros e prefeitura devem atuar em conjunto como em anos anteriores, na consolidação de um plano estratégico para o período. “É preciso trabalhar em três frentes sendo conscientização, fiscalização e resposta, ou seja, o combate. Os bombeiros atuam constitucionalmente na resposta até porque nossa estrutura não permite atender todas as ocorrências de queimadas e por isso fazemos uma triagem para ver aquelas que oferecem riscos para casas”, declarou, ao Só Notícias.
Rodrigues aponta que o caminhão com capacidade para 6 mil litros de água não é suficiente para o atender solicitações de queimadas urbanas. Por isto, a necessidade da parceria com o Executivo, que, por sua vez, também disponibilizaria caminhões pipa para o serviço.
Por outro lado, explica o oficial, a população deve evitar atear fogo em lixos, terrenos baldios. “É preciso evitar isto a qualquer custo. Acredito que devemos ter uma demanda significativa pois ainda falta conscientização”, relatou o militar.
No ano passado, foram atendidas 29 ocorrências de queimadas no período urbano no mês de junho, outras 28 em julho, e, em agosto, 26.
Segundo o comandante do 4º Batalhão de Bombeiros em Sinop, tenente-coronel Júlio César Rodrigues, bombeiros e prefeitura devem atuar em conjunto como em anos anteriores, na consolidação de um plano estratégico para o período. “É preciso trabalhar em três frentes sendo conscientização, fiscalização e resposta, ou seja, o combate. Os bombeiros atuam constitucionalmente na resposta até porque nossa estrutura não permite atender todas as ocorrências de queimadas e por isso fazemos uma triagem para ver aquelas que oferecem riscos para casas”, declarou, ao Só Notícias.
Rodrigues aponta que o caminhão com capacidade para 6 mil litros de água não é suficiente para o atender solicitações de queimadas urbanas. Por isto, a necessidade da parceria com o Executivo, que, por sua vez, também disponibilizaria caminhões pipa para o serviço.
Por outro lado, explica o oficial, a população deve evitar atear fogo em lixos, terrenos baldios. “É preciso evitar isto a qualquer custo. Acredito que devemos ter uma demanda significativa pois ainda falta conscientização”, relatou o militar.
No ano passado, foram atendidas 29 ocorrências de queimadas no período urbano no mês de junho, outras 28 em julho, e, em agosto, 26.
Fonte: Só Notícias
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