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Notícias
01
jun
2009
(DESMATAMENTO)
Satélite do Inpe pode monitorar degradação de florestas na África
Um projeto de cooperação do Brasil com países africanos vai tornar possível o monitoramento das florestas naquele continente. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) já instalou antenas para a captação de imagens de satélites na África do Sul, Egito, Ilhas Canárias e deverá também levar a tecnologia para o Congo e o Gabão.
O chefe do Centro Regional do Inpe na Amazônia, Cláudio Almeida, participa esta semana de encontros e reuniões no Gabão para tratar do uso e possível instalação da tecnologia. As antenas permitem o acesso às fotos do satélite sino-brasileiro CBERS, utilizado para para avaliação do desflorestamento na Amazônia e monitoramento de áreas canavieiras.
O satélite percorre toda a Terra em órbita polar, faz uma volta completa a cada 110 minutos e forma um quadro de imagens de todo o planeta a cada 26 dias. Conforme a cooperação proposta, o satélite poderá captar imagens da África e mandar as fotos, o que permitirá melhor monitoramento da degradação da floresta pelos países do continente.
Além da tecnologia, fornecida gratuitamente, o Inpe está negociando com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) a realização de cursos de monitoramento por satélite para países que tenham florestas tropicais, a partir de novembro, no Centro Regional da Amazônia, que fica em Belém (PA).
De acordo com Cláudio Almeida, há uma tendência dos países que produzem imagens de satélite de cedê-las para pesquisa e monitoramento: “O Inpe foi inovador: foi a primeira agência a abrir o seu catálogo e tornar um bem público suas imagens”.
O chefe do Centro Regional do Inpe na Amazônia, Cláudio Almeida, participa esta semana de encontros e reuniões no Gabão para tratar do uso e possível instalação da tecnologia. As antenas permitem o acesso às fotos do satélite sino-brasileiro CBERS, utilizado para para avaliação do desflorestamento na Amazônia e monitoramento de áreas canavieiras.
O satélite percorre toda a Terra em órbita polar, faz uma volta completa a cada 110 minutos e forma um quadro de imagens de todo o planeta a cada 26 dias. Conforme a cooperação proposta, o satélite poderá captar imagens da África e mandar as fotos, o que permitirá melhor monitoramento da degradação da floresta pelos países do continente.
Além da tecnologia, fornecida gratuitamente, o Inpe está negociando com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) a realização de cursos de monitoramento por satélite para países que tenham florestas tropicais, a partir de novembro, no Centro Regional da Amazônia, que fica em Belém (PA).
De acordo com Cláudio Almeida, há uma tendência dos países que produzem imagens de satélite de cedê-las para pesquisa e monitoramento: “O Inpe foi inovador: foi a primeira agência a abrir o seu catálogo e tornar um bem público suas imagens”.
Fonte: Gilberto Costa - Repórter da Agência Brasil
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