Voltar
Notícias
27
mai
2009
(MADEIRA E PRODUTOS)
Madeireiros de MT esperam governo baixar pauta de madeira
O setor madeireiro de Mato Grosso aguarda da secretaria de Fazenda reposta quanto ao pedido de redução da pauta usada como base para cobrança do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços sobre a venda de madeira bruta e serrada. O valor dos preços da pauta está acima do de mercado, algema as indústrias madeireira que pediram redução de 10% a 20% na pauta, variando de acordo com as espécies.
O último encontro entre o setor produtivo e o governo para tratar do assunto ocorreu em março. No entanto, segundo industriais, até agora o governo não deu resposta. “Fizemos uma solicitação de redução na pauta e estamos aguardando uma posição do governo”, declarou, ao Só Notícias, o presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte (Sindusmad), José Eduardo Pinto. A solicitação do setor é baseada na pesquisa realizada pelo Instituto Euvaldo Lodi, desenvolvida junto aos diferentes pólos madeireiros do Estado.
De acordo com José Eduardo, nesta semana o setor reúne-se em Cuiabá e espera uma definição. Para o empresário e dirigente do maior sindicato de indústrias madeireiras no Estado, a redução na pauta faria com as que as madeireiras pagassem o ICMs sobre os valores atuais da madeira negociada em Mato Grosso. “Recolheremos o imposto pelo valor efetivo das vendas”, salientou o presidente do Sindusmad.
Entre janeiro a abril deste ano as exportações de madeira compensada, folheada, com espessura não superior a seis milímetros renderam ao município negócios na ordem de US$600,1 mil, montante 81,13% menor frente ao mesmo período do ano passado. De madeiras não coníferas foram embarcados US$581,7 mil, ou -70,38% frente aos meses de janeiro a abril de 2007.
O último encontro entre o setor produtivo e o governo para tratar do assunto ocorreu em março. No entanto, segundo industriais, até agora o governo não deu resposta. “Fizemos uma solicitação de redução na pauta e estamos aguardando uma posição do governo”, declarou, ao Só Notícias, o presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte (Sindusmad), José Eduardo Pinto. A solicitação do setor é baseada na pesquisa realizada pelo Instituto Euvaldo Lodi, desenvolvida junto aos diferentes pólos madeireiros do Estado.
De acordo com José Eduardo, nesta semana o setor reúne-se em Cuiabá e espera uma definição. Para o empresário e dirigente do maior sindicato de indústrias madeireiras no Estado, a redução na pauta faria com as que as madeireiras pagassem o ICMs sobre os valores atuais da madeira negociada em Mato Grosso. “Recolheremos o imposto pelo valor efetivo das vendas”, salientou o presidente do Sindusmad.
Entre janeiro a abril deste ano as exportações de madeira compensada, folheada, com espessura não superior a seis milímetros renderam ao município negócios na ordem de US$600,1 mil, montante 81,13% menor frente ao mesmo período do ano passado. De madeiras não coníferas foram embarcados US$581,7 mil, ou -70,38% frente aos meses de janeiro a abril de 2007.
Fonte: Só Notícias
Notícias em destaque
O que explica a queda no mercado florestal
O setor florestal brasileiro mantém trajetória de crescimento em área cultivada, ao mesmo tempo em que enfrenta ajustes no...
(MERCADO)
Erva-mate vai além da cuia e passa fronteiras
Empresa gaúcha idealizou refrigerante usando a mesma planta do chimarrão e tem despertado interesse até mesmo em...
(AGRO)
BNDES destina R$ 25 milhões para pesquisa e desenvolvimento de 30 espécies madeireiras nativas
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou, no final de 2025, um financiamento não reembolsável de...
(GERAL)
Relatório de Sustentabilidade da Bracell está entre os 15 melhores do Reporting Matters Brasil
A Bracell, uma das líderes globais na produção de celulose solúvel e especial, teve seu Relatório de...
(GERAL)
Exportações de móveis e colchões abrem 2026 em queda e refletem nova geografia do comércio global
Atualizações do Tarifaço americano, ratificação e entrada em vigor do Acordo Mercosul-União Europeia,...
(MERCADO)
Clonagem de araucárias acelera produção de semente e pesquisadores projetam “pomares de pinhão”
Pesquisa da Embrapa levou 15 anos para concretizar processo que altera o tamanho e o tempo de desenvolvimento da araucária.
Uma...
(TECNOLOGIA)













