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Notícias
24
mai
2009
(MÓVEIS)
Restrições argentinas derrubam exportações gaúchas de móveis
Em março, os embarques de móveis gaúchos para a Argentina somaram mais de US$ 5 milhões. Já em abril, houve queda brusca e a exportação do setor para o país vizinho foi de apenas US$ 44 mil, uma redução de 99%. O motivo são as restrições impostas em março pelo governo argentino, acabando com a liberação automática para entrada de produtos.
A presidente da Associação da Indústria de Móveis do Rio Grande do Sul (Movergs), Maristela Longhi, explica que os clientes agora têm que pedir a liberação para o governo e, como nenhuma foi concedida, as encomendas estão paralisadas. Para dimensionar os impactos para o setor, Maristela lembra que em 2008 a Argentina era o principal mercado dos móveis gaúchos, indústria que gera 39 mil empregos no Estado.
Ela reclama que desde a imposição das restrições, foram dois meses apenas de reuniões sem resultados concretos. Conforme a presidente da Movergs, o governo brasileiro orientou os empresários a eles próprios negociarem com as autoridades argentinas.
Outro setor prejudicado pelas restrições é o de calçados. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Calçadista, a Argentina comprava 70% da produção e em 2009 caiu para 40%. As barreiras afetam principalmente a indústria gaúcha, responsável por nove entre cada 10 pares que são embarcados para o país. Algumas empresas estudam a exportação de calçados semi-acabados para finalizá-los na Argentina, mas com isso também são transferidos os empregos.
A presidente da Associação da Indústria de Móveis do Rio Grande do Sul (Movergs), Maristela Longhi, explica que os clientes agora têm que pedir a liberação para o governo e, como nenhuma foi concedida, as encomendas estão paralisadas. Para dimensionar os impactos para o setor, Maristela lembra que em 2008 a Argentina era o principal mercado dos móveis gaúchos, indústria que gera 39 mil empregos no Estado.
Ela reclama que desde a imposição das restrições, foram dois meses apenas de reuniões sem resultados concretos. Conforme a presidente da Movergs, o governo brasileiro orientou os empresários a eles próprios negociarem com as autoridades argentinas.
Outro setor prejudicado pelas restrições é o de calçados. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Calçadista, a Argentina comprava 70% da produção e em 2009 caiu para 40%. As barreiras afetam principalmente a indústria gaúcha, responsável por nove entre cada 10 pares que são embarcados para o país. Algumas empresas estudam a exportação de calçados semi-acabados para finalizá-los na Argentina, mas com isso também são transferidos os empregos.
Fonte: Zero Hora
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